Conservação ex-situ

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Conservação ex situ (ou Conservação ex-situ), que significa literalmente, conservação fora do lugar de origem, é o processo de proteção de espécies em perigo de extinção, de plantas e animais pela remoção de parte da população do habitat ameaçado e transportando-as para uma nova localização, que pode ser uma área selvagem (santuário) ou um cativeiro (zoológico ou outro local semelhante). Compreende um dos métodos de conservação de espécies mais antigo e bem estudados[1] .

Técnica usada desde o Século XVIII para aumentar populações de animais de corte, como o cervo e o javali, e espécies vegetais de valor econômico, como o carvalho, atualmente é utilizada para recuperar ecossistemas, ou como última tentativa de salvar espécies à beira da extinção, como o tigre, o lobo-vermelho e o mogno[2] .

Também podesse tratar de Conservação "ex situ" em assuntos que envolvam a Arqueologia, e a Preservação do Patrimônio. Após as escavações, ou resgates, os materiais arqueológicos encontrados são retirados do seu lugar original (in situ) e são transportado para outro (ex situ), na maioria das vezes para laboratórios de arqueologia, museus etc. São nesses lugares que estes vestígios da humanidade devem ser conservados fora do seu lugar natural, para que possam fornecer inúmeras informações sobre a história do homem. Hoje na arqueologia a conservação "ex situ" vem se tornando um problema profundo, uma vez que muitos dos materiais encontrados em escavações não têm um destido conhecido, seguro e correto.

Referências

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