Elisa Carrió

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Elisa María Avelina Carrió (Resistencia, 26 de dezembro de 1956) é uma advogada e política argentina.

Fundadora do partido de centro-esquerda Afirmação para uma República Igualitária (ARI), Carrió concorreu à presidência da república em 2003, ficando em quinto lugar. Durante a campanha provocou polêmica ao dizer o que pensava sobre os prováveis eleitores de Carlos Menem, que subia nas pesquisas[1] .funcioanria era ditadura militar. 1978 General de Brigada Antonio Serrano, o consultor nomeado por decreto do Gabinete do Estado aos 21 anos, o que é proibido por lei por causa de sua tenra idade. participou do abate de Margarita Belén, que resultou na tortura e execução de 22 militantes mortos em uma operação conjunta do Exército Argentino e da Polícia Chaco durante a noite de 12 a 13 dezembro de 1976, em um local perto da cidade de Margarita Belén, na província de Chaco.[2] Elisa Carrió está sendo investigado por peculato e aumento ilegal no patrimônio líquido.[3] Elegeu-se deputada pela Capital Federal argentina nas eleições legislativas de 2005. Nas eleições de 2011 teve 3,22% dos votos.[4]


Referências[editar | editar código-fonte]

  1. 'Desabafo' pode ter diminuído chances de Elisa Carrió BBC Brasil
  2. http://bolsonweb.com.ar/diariobolson/detalle.php?id_noticia=25842
  3. http://www.ambito.com/noticia.asp?id=690649
  4. http://www.fiscaldemesa.com.ar/2011/08/30/primaria-presidencial-resultados-finales/