Esterilização compulsiva

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Programas de esterilização compulsiva são políticas governamentais que tentam forçar pessoas a submeterem-se a esterilização cirúrgica. Na primeira metade do século vinte, muitos programas deste género foram instituídos em vários países por todo o mundo, usualmente fazendo parte de programas eugénicos postos em prática por assistentes sociais[1] cuja intenção era de prevenir a reprodução e multiplicação de membros da população considerados portadores de características genéticas defeituosas. Logo a prática foi estendida a doentes e deficientes mentais. A idéia de que pacientes mentais eram desprovidos de razão e, portanto, não tinham direito a opinar sobre sua vida e tratamento legitimou vários abusos[2] .

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