Esterilização compulsiva
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Programas de esterilização compulsiva são políticas governamentais que tentam forçar pessoas a submeterem-se a esterilização cirúrgica. Na primeira metade do século vinte, muitos programas deste género foram instituídos em vários países por todo o mundo, usualmente fazendo parte de programas eugénicos postos em prática por assistentes sociais1 cuja intenção era de prevenir a reprodução e multiplicação de membros da população considerados portadores de características genéticas defeituosas. Logo a prática foi estendida a doentes e deficientes mentais. A idéia de que pacientes mentais eram desprovidos de razão e, portanto, não tinham direito a opinar sobre sua vida e tratamento legitimou vários abusos2 .
Referências [editar]
- Quando a plutocracia demoniza os “fracos”
- Racismo: Uma História
- ONG critica projeto ruandês de esterilização forçada de deficientes
- A Europa descobre, chocada, que praticou a eugenia até bem depois da II Guerra Mundial
Referências
- ↑ BBC Brasil (15 de junho de 2011). Programa para evitar que pobres e deficientes mentais procriassem levou à esterilização de mais de 60 mil até 1979 nos EUA.. G1.
- ↑ Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), El País (13 de dezembro de 2011). EUA indemnizam 3000 vítimas de esterilização forçada. El País.