Governador-geral

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Governador-geral ou Governador-general (estrangeirismo [carece de fontes?] derivado dos termos equivalentes em inglês[carece de fontes?] e espanhol[carece de fontes?]) é o funcionário administrativo supremo de uma área grande1 . O cargo foi utilizado primeiramente no contexto do colonialismo, quando o governador-geral era o representante máximo da autoridade administrativa da potência colonial, às vezes com competências de um vice-rei.

Modernamente, o título é mais conhecido no contexto da Monarquia na Comunidade das Nações.

Alemanha nazi[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

Comunidade das Nações[editar | editar código-fonte]

No contexto da Monarquia na Comunidade das Nações (Comunidade das Nações: em inglês: Commonwealth of Nations) alguns países da Commonwealth, chamados Reinos da Commonwealth (Commonwealth realms, em inglês), são monarquias constitucionais com o monarca do Reino Unido como seu próprio Chefe de Estado simbólico. Mas isso não significa que os governos destas nações estão unidos. Mesmo com o chefe de Estado compartilhado, os países e seus governos são totalmente separados e independentes. Em cada nação (à exceção do Reino Unido), o monarca é representado por um Governador-geral que geralmente é um cidadão possuidor de um histórico distinto de serviço público à nação e de reconhecimento público. É indicado ao posto pelo Primeiro-ministro do país, sendo a nomeação formal efetuada pelo monarca britânico.

Portugal[editar | editar código-fonte]

Referências