Grande Porção de Lixo do Pacífico

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a Porção de Lixo é localizada no Giro Pacífico Norte, um dos cinco maiores giros oceânicos

A Grande Porção de Lixo do Pacífico[1] , chamada ainda de Grande Depósito de Lixo do Pacífico[2] , Grande Ilha de Lixo do Pacífico[3] ou Grande Sopa de Lixo do Pacífico[4] , tal como descrita principalmente pelo pesquisador Charles J. Moore desde 1997, é uma região do Oceano Pacífico. Estima-se, que seu tamanho já se aproxima de 680 mil quilômetros quadrados, o equivalente aos territórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo somados – e não pára de crescer[5] . Foi descrita em fevereiro de 2008 no site da BBC e no jornal britânico The Independent.

É composta principalmente de plástico[6] proveniente das costas marítimas, e é de difícil detecção, já que os satélites não conseguem captar sua presença, sendo possível avistá-la somente a partir de embarcações marítimas. Esta "massa plástica" flutua e se envolvem no giro oceânico devido às correntes oceânicas. Segundo Deixonne, ecologistas e cientistas são os únicos interessados em sanar o problema, uma vez que a área oceânica onde se localizam a massa de dejetos "se encontra em águas pouco transitadas pela navegação mercantil e turística".

Em 27 de abril de 2013, foi anunciada a segunda tentativa de expedição do explorador francês Patrick Deixonne, que ambiciona dar visibilidade mundial à esta "catástrofe ecológica", contando com o apoio de um grupo de estudos para trazer imagens e observações científicas.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]