Gustav Fröhlich

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Gustav Fröhlich [1] (Hanôver, 21 de março de 190222 de dezembro de 1987) foi um ator do cinema mudo da Alemanha.

Cresceu criado por pais adotivos. Em 1916, ele se voluntariou para ser fiscal da imprensa em Bruxelas, uma cidade ocupada da Bélgica. Começou sua carreira como editor, mas também se apresentava no tempo livre no teatro local e escreveu dois romances (Heinz Brandt, der Fremdenlegionär). Sua estréia no cinema foi no filme Paganini, de 1922.

Seu papel mais famoso foi como Freder, no aclamadíssimo filme Metropolis, do diretor expressionista Fritz Lang. Foi descoberto pela esposa de Lang, Thea Von Harbou, que logo enxergou em Gustav um Freder perfeito.

Em 1930, Fröhlich foi contratado pela Warner Bros. para participar de algumas adaptações germânicas de filmes estadunidenses, como Die heilige Flamme (1930) e Kismet (1931). Ele também dirigiu Rakoczy-Marsch (1933), Abenteuer eines jungen Herrn in Polen (1934), Wege im Zwielicht (1947), Der Bagnosträfling (1949) e Die Lüge (1950).

Seu primeiro casamento foi com a estrela de ópera húngara Gitta Alpar, mas o casamento não durou mais do que quatro anos. Então ele passou a viver com a atriz tcheca Lida Baarova, mas a perdeu para o ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels. Fröhlich teve uma feroz discussão com Goebbels e dizem que chegou a agredi-lo. Em 1941, casou-se com Maria Hajek. Nesse mesmo ano, teve que servir nas Forças Armadas alemães, mas foi interrompido por compromissos cinematográficos.

Dos anos 60 aos 80 teve algumas participações em filmes. Sua última aparição pública foi quando Giorgio Moroder lançou sua versão de Metropolis, em 1986. Gustav morreu após uma cirurgia.

Referências

  1. en.wikipedia - foto de Gustav Fröhlich. Acessado em 12 de Abril de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre um ator ou atriz de cinema é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.