HMS Royal Sovereign (1786)

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HMS Royal Sovereign
Um dia após Trafalgar, o Victory com suas velas se esforçando para limpar a terra, o Royal Sovereign desabilitado e rebocado pelo Euryalus, da coleção do National Maritime Museum; Nicholas Pocock séc. XIX
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Data de encomenda 7 de janeiro de 1774
Construção Estaleiros de Plymouth
Lançamento 11 de setembro de 1786
Estado Demolido em 1841
Características gerais
Deslocamento 2209,9 ton.
Comprimento 56.0 m
Boca 15.88 m
Calado 6.8 m
Propulsão Vela
Tripulação 850[1]

O HMS Royal Sovereign foi um navio de guerra de linha de 100 canhões da Marinha Real Britânica [2] que serviu como navio-almirante do almirante Collingwood na batalha de Trafalgar. Ele foi o terceiro de sete navios da marinha Britânica a ostentar o nome. Projetado por Sir Edward Hunt, ele foi lançado no estaleiro de Plymouth em 11 de setembro de 1786[2] , a um custo de £67.458,00, e foi o único navio construído com este projeto.

Em serviço[editar | editar código-fonte]

O Royal Sovereign fazia parte da frota do almirante Howe no Glorioso primeiro de junho, onde ele sofreu baixas de 14 mortos e 41 feridos[3] .

Em 16 de Junho de 1795, como o navio-almirante do vice-almirante William Cornwallis, ele estave envolvido no célebre episódio conhecido como 'a retirada de Cornwallis'[3] .

Trafalgar[editar | editar código-fonte]

O primeiro navio da frota em ação em Trafalgar em 21 de Outubro de 1805, ele liderou uma coluna de navios de guerra; Nelson com o Victory liderou a outra coluna. Devido à re-cobreação de seu casco antes de sua chegada perto de Cádiz, o Royal Sovereign velejou consideravelmente melhor nos ventos leves presentes naquele dia que outros navios, e arrancou bem à frente do resto da frota. Assim que ele cortou a linha inimiga sozinho e engajou o navio espanhol de três deques Santa Ana, Nelson apontou para ele e disse: 'Veja como aquele nobre colega Collingwood leva seu navio em ação!' Aproximadamente no mesmo momento, Collingwood comentou com seu capitão, Edward Rotheram, 'O que Nelson daria para estar aqui?'[4]

O Royal Sovereign e o Santa Ana duelaram por grande parte da batalha, com o Santa Ana levando o fogo de navios britânicos que ainda não haviam combatido que passavam pela linha, incluindo o HMS Mars e o HMS Tonnant, enquanto que vasos próximos franceses e espanhóis disparavam contra o Royal Sovereign. O Santa Ana colidiu às 14:15, tendo sofrido baixas de 238 mortos e feridos, depois de enfrentar o Royal Sovereign e o HMS Belleisle. O Royal Sovereign perdeu sua mezena e seu mastro principal, seu mastro do traquete foi seriamente danificado e muito de seu cordame levou tiro de distância[5] . As 14:20 o Santa Ana finalmente atingiu o Royal Sovereign.[6] Pouco depois, um barco veio do Victory carregando o tenente Hill, que relatou que Nelson tinha sido ferido. Percebendo que ele poderia ter que assumir o comando do resto da frota e com o seu navio de acordo com seu relatório estar "completamente ingovernável",[7]

Referências

  1. Goodwin, Peter. The Ships of Trafalgar: The British, French and Spanish Fleets October 1805 (em <código de língua não-reconhecido>). Annapolis: Naval Institute Press, 2005. 256 pp. p. 16-17. ISBN 1-59114-824-3.
  2. a b Lavery, Brian. The Ship of the Line: The development of the battlefleet 1650-1850 (em <código de língua não-reconhecido>). Annapolis: Conway Maritime Press, 2003. 256 pp. p. 178. vol. 1. ISBN 0-85177-252-8.
  3. a b Phillips, Michael. Michael Phillips' Ships of the Old Navy - Royal Sovereign (100) (1786). Visitado em 2 de setembro de 2008..
  4. Heathcote, T. A. Nelson's Trafalgar Captains and their Battles: A Biographical and Historical Dictionary. Barnsley: Pen& Sword Maritime, 2005. p. 41. ISBN 1-84415-182-4.
  5. Adkin. The Trafalgar Companion. [S.l.: s.n.]. p. 323.
  6. Clayton. Trafalgar. [S.l.: s.n.]. p. 214.
  7. Newbolt, Henry. The Year Of Trafalgar Being An Account Of The Battle And Of The Events Which Led Up To It, With A Collection Of The Poems And Ballads Written Thereupon Between 1805 And 1905. [S.l.]: Loney Press, 2008. p. 124. ISBN 443718726.