Hecatombe

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Hecatombe (do grego antigo ἑκατόμβη, composto de ἑκατόν "cem" e βοῦς "boi") era o sacrifício coletivo de muitas vítimas (não apenas bovinas) na Grécia Antiga.

Etimologicamente, tem o significado de "sacrifício de cem bois" como o oferecido a Cónon depois da vitoriosa batalha de Cnido (em 394 a.C.).

De acordo com Estrabão, os lusitanos ofereciam hecatombes ao modo grego; nas palavras de Píndaro, ofereciam uma centena de cada tipo.[1]

Por extensão de sentido, hoje o termo é aplicado a grandes catástrofes, com muitas vítimas, como genocídios ou eventos naturais como furacões, enchentes, terremotos, etc.

Uma importante citação pode trazer luz à aplicação prática da etmologia dessa palavra. No livro "França das Revoluções (1789-1799)" organizado por Michel Vovelle, lançado no Brasil pela editora Brasiliense, no texto "Terror", o autor, tratando sobre a Revolução Francesa, diz o seguinte:

"A lembrança do Terror, por mais sangrento que tenho sido, não pode fazer esquecer as hecatombes que foram a Inquisição, as dragonadas, a pavorosa repressão da Comuna de 1871, a qual, somente em Paris, fez mais de 20.000 vítimas, sem que precisemos lembrar as grandes eliminações coletivas da época contemporânea" (Olivier Blanc).

Referências

  1. Estrabão, Geografia, Livro III, Capítulo 3, 7 [fr] [en] [en] [en]
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