Ibn al-Baitar

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Escultura de Ibn al-Baytar em Benalmádena.

Ḍiyāʾ Al-Dīn Abū Muḥammad ʿAbdllāh Ibn Aḥmad al-Mālaqī (o de Málaga) e al-Nabati (o botânico); habitualmente conhecido como Ibn al-Baitar (o filho do veterinário; em árabe: ابن البيطار, Ibn al-Bayṭār) (Benalmádena?, província de Málaga, c. 1190 ou 1197 - Damasco, 1248) foi um médico e botânico andaluz [1] Al-Baitar estudou com o biólogo Abu al-Abbas al-Nabati em Sevilha onde começou uma coleção de plantas cujo estudo se focava nas suas propriedades medicinais. Por volta de 1220 emigrou para o Próximo Oriente atravessando o norte da África e visitando a Anatólia e a Síria para finalmente se estabelecer em Cairo, onde foi designado botânico chefe do Egito pelo sultão. Ali estudou a propriedades medicinais das plantas e realizou numerosas viagens de pesquisa com os seus alunos. Ibn al-Baitar foi responsável por numerosos trabalhos que recolhem o conhecimento farmacêutico do seu tempo. A sua obra mais conhecida é Kitāb al-Jāmiʻ li-mufradāt al-adwiya wa-l-aghdhiya ("Tratado completo de medicinas e produtos alimentícios simples"). Nomeou as plantas e descreveu o uso de mais de 1400 espécies. A sua obra seria usada e traduzida durante toda a Idade Média.

Referências

  1. Catalogo da Bibliothèque nationale de France doado em 1197.
  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em espanhol, cujo título é « Ibn al-Baitar».

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Carrillo, Juan L. e Torres, María Paz. Ibn Al-Baytar y el arabismo español del XVIII (em <Língua não reconhecida>). Benalmádena: Ayuntamiento de Benalmádena, 1982.
  • Esin Kahya: Ibn Baitar and his influence on the eastern medicine . Atas do XXJIII Congresso Internacional de Historia da Medicina: Granada-Sevilha, 1-6 de setembro de 1992, 1994, ISBN 84-605-2070-6, pp. 401-408