Julio Herrera Velutini

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Julio Martín Herrera Velutini
Nascimento 15 de Dezembro de 1971 (43 anos)
Caracas, Venezuela

Julio Martín Herrera Velutini (nasceu a 15 de Dezembro de 1971) é um banqueiro internacional[1]

Início e Ensino[editar | editar código-fonte]

O ensino e formação foram na Escola Americana em Inglaterra (Reino Unido), A Escola Americana na Suiça (Suiça) e na Universidade Central da Venezuela (formou-se em 1990). Com mais de 16 anos de experiência bancaria [2] Julio Herrera Velutini é parte de uma geração de banqueiros que foram formados no círculo da Bolsa de Valores de Caracas no Banco Central da Venezuela no final de 1980 e no início de 1990.[3]

Descendência[editar | editar código-fonte]

A família Velutini teve uma grande influência no sistema bancário Venezuelano desde o final do século XX, com a fundação do Banco de Caracas em 1980. [4] [5] O seu bisavô Julio César Velutini Couturier, presidiu o Banco Caracas até 1930. As gerações futuras foram todas Presidentes e Administradores do Banco de Caracas durante mais de 100 anos, até à sua venda em 1998. [3] [5]

Carreira bancária[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 90, começou a trabalhar na Bolsa de Valores de Caracas em Multinvest Casa de Bolsa (uma empresa corretora), da qual foi membro do conselho de administração até 1998. No mesmo ano tornou-se presidente do Conselho de Administração da Investimento Transbanca (holding que resulta da venda do Banco de Caracas), tornando-se um dos seus maiores acionistas e diretor de empresas como a Kia Motors da Venezuela[6] BMW da Venezuela, BBO Serviços Financeiros, Transporte de Valores Bancários da Venezuela (Empresa de Transporte de Valores Mobiliários), Banco Universal de Bolívar, Banco Activo Banco Comercial e Banco de Desenvolvimento de Microempresas.[7] Em 2006, em conjunto com o Conselho de Administração da Investimentos Transbanca e os seus sócios, Jose Herrera Velutini e Bélen Clarisa Velutini, Julio Herrera Velutini adquire empresas como a Caixa da Bolsa de Caracas, IBG Trading, Banco Real [2] e Banco Internacional Banreal, recuperando o que uma vez foi a holding da família Velutini. [8]

Desde o início de 2007 até fevereiro de 2009 colabora como presidente do Conselho de Administração do Banco Real e do Banreal Holding, que foi vendido mais tarde em fevereiro de 2009. [9] En ese mismo año compra el Banco Nacional de Crédito (BNC) [10]

No final de 2008, fundou a Corporação Banco Internacional Bancredito, Fundação Bancredito e Serviços Financeiros Bancredito, instituições financeiras em que preside como membro do conselho.[3]

Referências

  1. (em espanhol) http://www.noticiascandela.informe25.com/2010/05/julio-herrera-un-banquero-con-una_24.html «Julio Herrera: Un banquero con una historia signada por las riquezas y las tragedias»
  2. a b (em espanhol) http://www.magazine.com.ve/actualidad/index.php?id=6084&idSec=3&accion=detalle «Banco Real llegó para los que buscan desarrollar su negocio»
  3. a b c (em espanhol) Tradición y Moderna Visión Bancaria, Plexus Lifestyle Magazine, p. 7-12
  4. (em espanhol)Juan Carlos Zapata, Dinero Diablo Buen Dios, 1991, Alfa
  5. a b (em espanhol)http://www.americaeconomica.com/numeros4/285/reportajes/gema285.htm «Ofensiva de las familias de banqueros tradicionales en Venezuela»
  6. (em espanhol) http://www.veneconomia.com/site/files/articulos/artEsp1840_1417.pdf «Lo bueno, lo malo y lo peor»
  7. (em espanhol)http://www.enfrentados.com/notas/14164_el-banco-de-desarrollo-del-microempresario-se-sacudio-los-pobres-y-se-metio-a-la-realeza.shtml «El Banco de Desarrollo del Microempresario se sacudió los pobres y se metió a la realeza»
  8. (em espanhol)http://www.entornointeligente.com/resumen/resumen.php?items=971162 «Así se compra un banco»
  9. (em espanhol)http://www.codigovenezuela.com/2009/12/secreto/la-trampa-real «La trampa real»
  10. (em espanhol)http://www.entornointeligente.com/resumen/resumen.php?items=962892 «BNC pasó a manos de Julio Herrera Velutini»