Juramento de bandeira

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Estudantes fazem o juramento à bandeira dos Estados Unidos em 1941. Esse modo de jurar a bandeira acabou sendo proibido em 1942 por causa da semelhança com a saudação nazista.

O juramento de bandeira (português europeu) ou juramento à bandeira (português brasileiro) é uma cerimônia durante a qual se jura, perante o estandarte nacional, lealdade e compromisso com a pátria mãe.

Portugal[editar | editar código-fonte]

Em Portugal, o ato de jurar o pavilhão nacional está presente somente em cerimónias militares, quando os soldados prestam o compromisso de defender a pátria, simbolizada pela bandeira nacional, e cumprir os deveres militares, mesmo que isso implique o sacrifício da própria vida. Geralmente marca a conclusão com êxito da primeira parte da instrução militar.[1]

Brasil[editar | editar código-fonte]

O ato de jurar a bandeira nacional faz parte somente do cerimonial das Forças Armadas do Brasil.

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

O juramento à bandeira (em inglês Pledge of Allegiance) é um compromisso com a bandeira federal dos Estados Unidos e deve ser dito, em uníssono, em lugares públicos e principalmente nas classes de todas as escolas públicas, onde é considerado um ritual matutino diário. As sessões Congressionais assim como muitas reuniões de governantes locais abrem com a recitação do juramento de bandeira. A composição foi criada em 1892 por Francis Bellamy e adotada pelo Congresso dos Estados Unidos em 1942.[2]

Referências

  1. Artigo 7º do Estatuto dos Militares das Forças Armadas portuguesas
  2. Society & Community. Faith in America: The Legal Dilemma (em Inglês) NOW with Bill Moyers PBS (Junho 29, 2002).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]