Kuru

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Kuru é o nome local da Doença de Creutzfeldt-Jakob clássica. Ocorreu como que uma epidemia nas décadas de 1950 e 1960 entre pessoas os papuas, nativos da Nova Guiné. Descobriu-se que a causa próxima era a prática da antropofagia. Apresentando os sintomas da DCJ, essa doença vitimava principalmente mulheres e crianças, as pessoas que ingeriam cerimonialmente o cérebro de seus familiares mortos, em um ritual de luto. A antropofagia foi apontada como o mecanismo de transmissão de príons na doença, que ficou conhecida como Kuru. A descoberta desta forma ritual de transmissão rendeu ao pesquisador D. Carleton Gajdusek o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina, no ano de 1976.

Ainda no final do século XX foi descrito um caso desta doença por Helio Setti Júnior, em seu livro "Aventuras no mar".

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