Línguas e materiais da Bíblia

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A Bíblia foi escrita em hebraico, aramaico e grego. Os materiais mais usados foram o papiro e o pergaminho, que na época eram bastantes populares.

História[editar | editar código-fonte]

A evolução da representação da linguagem por sinais gráficos iniciou-se com inscrições gravadas em plaquetas de barro, na região da Mesopotâmia, por volta de seis mil anos atrás.

Nessa época, os escribas contavam com o auxílio de cálamos, que seriam os “ancestrais de nossas canetas-tinteiro e de nossas esferográficas” (JEAN, 2002: 15). Em seguida ao emprego da pedra, do barro e da esteatita, aparece o papiro no Egito antigo, em forma de rolo, de couro ou linho e que, ornado suntuosamente de vinhetas coloridas, eram utilizados para narrar os grandes acontecimentos das dinastias faraônicas.

O emprego do papiro como suporte para escrever representou um grande avanço, pois o mesmo, por ser leve, fino e mais facilmente manuseável, originou o que hoje conhecemos como “folha”. Os antigos egípcios dominavam a técnica de colar até 20 folhas seguidas, resultando em rolos com até 40 metros de comprimento. Para desenhar os símbolos, os escribas recorriam a uma varinha de caniço de 20 centímetros cuja tinta preta “era composta de uma mistura de pó de fuligem e água, mais um fixador como a goma-arábica” (JEAN, 2002: 41).

Com o passar do tempo, verificaram-se os inconvenientes do papiro: além de caro – o Egito antigo, por exemplo, obtinha altos lucros com sua exportação –, ele caracterizava-se pela fragilidade e dificuldade de transporte, obrigando os usuários a recorrerem tão somente a uma de suas faces e, mesmo assim, com extremo cuidado. O pergaminho, a nova base da escrita que emergiria na Ásia Menor, evitou algumas destas desvantagens, uma vez que, por ser feito de couro, aceitava registros nos dois lados.

A escrita sobre o pergaminho, além de abrir espaço para criações artísticas antes impensáveis, sendo :a produção de iluminuras uma delas, trouxe duas inovações decisivas: o aproveitamento da pena de ganso, em substituição ao agora defasado pincel de caniço e a disposição desse material no aspecto de folhas, de maneira que fosse possível dobrá-las e costurá-las. Este arranjo forneceria o fulcro dos códe, a estrutura padrão sobre a qual os futuros livros produzidos pela tecnologia impressa se fundamentariam.

Etimologia da Palavra Bíblia[editar | editar código-fonte]

A origem da palavra bible (bíblia) é remota. A forma mais antiga de livro de que se tem notícia era um rolo de papiro, planta abundante às margens do rio Nilo, usada pelos antigos egípcios, gregos e romanos para escrever. A palavra grega para papiro é biblos, derivada do nome do porto fenício de Biblos (atual Jubayl / Líbano), através do qual o papiro era largamente exportado. O plural de biblos em grego era ta biblía, que significava literalmente 'os livros', e que acabou entrando para o latim eclesiástico para designar o conjunto de livros sagrados que compõem a Bíblia. Porém a palavra Bíblia não é mencionada em nenhum trecho dos escritos bíblicos, e sim as expressões: As Escrituras, O Livro, Sagradas Letras, Sagradas Escrituras.

Suportes usados no processo de Escrituração[editar | editar código-fonte]

Segundo as religiões que têm a bíblia como palavra de Deus, a comunicação de Deus com os homens deu-se em diversos veículos tais como: anjos; o lançar de sortes, como o Urim e Turim; vozes audíveis; sonhos; porém era necessário utilizar meios que pudessem horizontalizar essa comunicação, isto é, atingir um número maior de pessoas, e com menos limitações. Sobre os seguintes suportes, forai escrita a Palavra inspirada por Deus:

  • Tabletes de Argila, ou tabuinhas de barro, que eram usadas na antiga Suméria, já em 3.500ª.C. No AT há referência delas em Jeremias 17:13 e Ezequiel 4:1;
  • Pedras foram usadas na Mesopotâmia, no Egito e na Palestina, por exemplo, o código de Hamurabi e as pedras de Roseta. Na bíblia há citação de seu uso em Êxodo 24:12; 32:15 e Deuteronômio 27:2,3;
  • Pedras preciosas, como o ônix, referidos em Êxodo 39:6-14;
  • Metal, em lâminas de ouro, cuja referência bíblica encontra-se em Êxodo 28:36;
  • Cera foi referida em Isaías 8:1;
  • Madeira, tábuas, em Habacuque 2:2.
  • Óstracos, pedaços de restos de azulejos e cascas de crustáceos, referidos em Jó 2:8;
  • Linho foi usado no Egito, Grécia e Itália, mas não tem referência bíblica.
  • Papiro foi usado na antiga Gebal, ou Biblos, e no Egito por volta de 2100 a.C. Era obtido através da prensa de cascas coladas. Desse material faziam-se rolos. Foi esse o material utilizado por João, o discípilo de Cristo, para escrever o Apocalipse.
  • Pergaminho, surgiu pela primeira vez em Pérgamo, cidade grega da Mísia, daí a origem do seu nome. O uso desse material se expandiu devido ao monopólio imposto pelos exportadores de Papiro. Havia dois tipos: o pergaminho e o velino, o primeiro era feito com o couro de animais menores, como as ovelhas e cabras, e o segundo com bois e antílopes, o que encarecia o produto, diminuindo a sua utilização. Paulo se refere ao pergaminho em 2Timóteo 4:13;
  • Palimpsesto, um pergaminho reutilizado, utilizado para escrever o Códice Efrainita em 345 d.C.

Aspectos dos livros Manuscritos[editar | editar código-fonte]

A maior descoberta arqueológica Bíblica aconteceu em 1947, em Qumram, a oeste do Mar Morto. Em diversas grutas foram encontrados rolos que faziam parte da biblioteca dos essênios, judeus que viveram no tempo de Jesus Cristo. Os manuscritos bíblicos se apresentaram em dois tipos de livros: os rolos e os códices, forma mais aproximada dos livros atuais.

Os Rolos[editar | editar código-fonte]

Um livro nos tempos antigos constava de uma simples tira de papiro ou de pergaminho, que usualmente se conservava enrolado em duas varas - e se desenrolava quando qualquer pessoa desejava lê-lo. Era conhecido como rolo ou pergaminho. Na bíblia encontramos a palavra rolo em Salmos 40:7; Jeremias 36:2-32; Ezequiel 2:9; Ezequiel 3:1-3; Zacarias 5:1-2; Hebreus 10:7 .

A diagramação na escrituração dos rolos antigos obedecia às medidas: largura = 1 mão e altura = 1 côvado (medida antiga correspondente à distância do cotovelo à ponta do dedo médio). Geralmente os rolos eram guardados em vasos e eram enrolados até o final de leitura do Shabat, mostrando de onde começaria o seguinte. Os rolos de pergaminho e papiro foram utilizados no Antigo Testamento, porém não foi encontrado nenhum manuscrito original, todos os livros encontrados foram cópias manuscritas: os rolos das sinagogas e as cópias particulares.

Os rolos das sinagogas eram considerados “rolos sagrados”, pois eram submetidos a regras rigorosas para a sua execução. O rolo principal continha a Torah (Lei) e parte dos Nebhiim (profetas); em outros vinham os Kethubhim (Escritos) e os Megilloth para as festas anuais.

Os Códices (Codex)[editar | editar código-fonte]

A origem da palavra vem de caules (caudex) = códice (codex).

Na igreja primitiva dos séculos II e III, as Santas Escrituras eram executadas em material barato como o papiro, daí não terem sido tão bem preservados quanto os rolos hebraicos encontrados nos sítios arqueológicos. Ainda eram usados os rolos.

A partir do século IV o suporte de papiro foi substituído por cascas de árvores, prensadas e misturadas à goma, técnica desenvolvida pelos ítalos. E ao invés de enroladas as folhas eram sobrepostas umas às outras e costuradas, da mesma forma dos livros atuais. Para proteger a obra, era colocada uma capa de madeira, que depois foi substituída por couro.

As formas das Escritas[editar | editar código-fonte]

Os Unciais - Manuscritos do Novo Testamento mais antigos feitos com maiúsculas, escritos em pergaminhos ou em velino. Alguns exemplos de códices Unciais são: Códice Vaticano (325-350); Códice sinaítico (Alef) em grego, descoberto no Monte Sinai; Códice Alexandrino (século IV); Códice Efraimita (345) em Alexandria, no Egito; Códice Beza ou Códice de Cambridge, descoberto no Mosteiro de Santo Irineu, em Lião (Lyon), França; dentre outros.

Os Minúsculos - Datados do século IX ao XV e de qualidade inferior. Sua importância está nos desenhos das letras manuscritas.

As ferramentas de Escrita[editar | editar código-fonte]

  • Estilo ou Estilete simples – feitos em pedra talhadas, no formato de pontas de lanças, e usados sobre tabuinhas de argila ou cera. Alguns autores bíblicos também a denominavam pena.
  • Estilete ponta resistente – ponta feita em ferro ou diamante, usados em material de metal (Jr 17:1).
  • Cinzel – ferramenta feita de ferro ou chumbo para escrever sobre pedra. Jó se refere ao cinzel como pena de ferro (Jo 19:24).
  • Canivete – Jeremias usa a expressão “canivete de escrivão” que era usado para documentos oficiais.

Tintas[editar | editar código-fonte]

  • Base de fuligem – fuligem de madeira com goma-arábica;
  • Base de Plantas – da Anileira (cor azul anil) e da Garança ou Ruiva (cores vermelha, violeta e marrom);
  • Base Cefalópode – polvo e lula (cor sépia);
  • Base de Ferro – Criada pelos romanos e que perdurou até o século XIX. Também conhecida como tinta ferrogálica. Mais durável.

Corpo para depósito de tintas[editar | editar código-fonte]

  • Caniços - para as escritas em papiros.
  • Talos de bambus – para escritas em pergaminho.
  • Cálamos – ou caniços.
  • Penas – de aves como o ganso (3Jo13).

Desenvolvimento da Escrita[editar | editar código-fonte]

Mil anos antes de Moisés já existia escrita desenvolvida. A arqueologia ainda não descobriu, porém podemos acreditar que os livros autógrafos podem ter sido escritos na época, ou compilados, ou transmitido oralmente.

Observamos na Bíblia que no pequeno espaço entre o capítulo 1 e 2 de Gênesis, o primeiro foi escrito em hebraico arcaico e o segundo em hebraico.

As Letras (ou Tipos)[editar | editar código-fonte]

  • Pictogramas (do latim pictu - pintado + grego γράμμα - carácter, letra) é a forma de escrita pela qual ideias são transmitidas através de desenhos, isto é, formas do mundo. Isso é a base da escrita cuneiforme e dos hieróglifos. Letra com figuras morfológicas e da natureza. Os escribas egípcios só realizavam os escritos sagrados, registrando a vida do faraó.
  • Hieróglifos ou hieroglifos (hierós "sagrado", e glyphós "escrita".) é cada um dos sinais da escrita de antigas civilizações, tais como os Egípcios e os Maias. Os primeiros hieroglifos foram esculpidos, e depois, pintados em pergaminho. Os hieróglifos foram usados durante um período de 3500 anos para escrever a antiga língua do povo egípcio.
  • Ideogramas é a escrita onde os sinais passam uma ideia. Desenvolvido a partir do hieroglifos no Egito. Em algumas culturas os traços dos ideogramas foram simplificados dando origem à escrita cuneiforme.
  • Cuneiforme é a designação geral dada a certos tipos de escrita feitos com auxílio de objetos em formato de cunha. É o mais antigo tipo conhecido de escrita, tendo sido criado pelos sumérios por volta de 3500 a.C. Inventada pelo sumérios para registrar a língua suméria, a escrita cuneiforme foi adotada subsequentemente pelos acadianos, babilônicos, elamitas, hititas e assírios e adaptada para escrever em seus próprios idiomas; foi extensamente usada na Mesopotâmia durante aproximadamente 3 mil anos, apesar da natureza silábica do manuscrito (como foi estabelecido pelo sumérios) não ser intuitiva aos falantes de idiomas semíticos.
  • Cuneiforme Ugarítica ou Fonogramas. Trouxe avanço na escrita e era escrita através do simbolismo do som de cada vogal e consoante, e da união das mesmas. As tábuas ugaríticas (descobertas em Ugarit, Espanha/1929) mostram a simplificação dos ideogramas e pictogramas.

Escrita Alfabética[editar | editar código-fonte]

Por volta de 1400 a.C os fenícios sintetizam os sinais para 28 letras, criando o alfabeto. É criada assim a base do Alefbeit hebraico. Os fenícios eram o povo cananeu, que os gregos chamavam de fenícios (vermelho = sangue) numa alusão às vestimentas dos soldados, marinheiros, fenícios que era muito poderoso na antiguidade.

Evolução da Escrita hebraica[editar | editar código-fonte]

Ideograma fenício - alfabeto fenício anterior - fenício intermediário - hebreu

Idiomas do Antigo Testamento[editar | editar código-fonte]

A Bíblia foi escrita em aramaico, hebraico e grego.

O aramaico (siríaco) e hebraico são línguas semíticas e o grego, e posteriormente o latim, são de origem indo-europeia. Porém o alfabeto criado pelos fenícios facilitou em muito a linguagem escrita.

O aramaico era a língua dos sírios (VI a.C) tornando-se a língua geral de todo o Oriente Próximo.

O hebraico é uma língua pictórica, se expressa por metáforas, e foi bastante adequada para a expressão de Deus com seu povo. Além disso, o hebraico é uma língua pessoal. Apela diretamente ao coração e às emoções, e não apenas à mente e à razão. É uma língua onde a mensagem é mais sentida que meramente pensada .

O Novo Testamento também foi escrito em semítico. Jesus falava o aramaico, língua materna (Mt27:46) (Jo5:2). O hebraico influenciou mediante as suas expressões idiomáticas (exemplo, “e sucedeu que”). Porém foi o grego, que durante muito tempo foi considerada a língua do Espírito Santo, e foi mais utilizada. O latim emprestou alguns vocabulários como centurião, “legião”, etc.

Grupos Linguísticos[editar | editar código-fonte]

  • Meridionais:
    • Árabe
    • Etíope
  • Orientais:
    • Acadiano
    • Eblatita
  • Setentrionais-Noroeste:
    • Aramaico (Aram)
    • Siríaco
    • Cananeu:
      • Hebraico – dialeto aramaico falado antes da chegada de Abraão (Ur)
      • Fenício
      • Ugarítico
      • Moabita

Origens - Descendência de Noé[editar | editar código-fonte]

SEM, semitas - habitavam acima do Mar Vermelho - Povo hebreu

CAM, camitas - habitavam abaixo do Mar Vermelho - Língua hebraica

Na Bíblia lemos “os hebreus não falavam língua judaica” (da tribo de Judá) (Neemias 13:24. “língua canaã” (Isaías 19:18)

Evolução e Períodos[editar | editar código-fonte]

  • Abraham(Abraão) – sob o domínio dos amoritas, influência da língua dominadora. Abraham era natural de Harã (atual Síria) e falava o aramaico. Quando parte com Sarai para Canaã aprende o cananeu.
  • Yossef (José)– Falava o aramaico e cananeu (herdados do seu pai Abraham) e egípcio, pois foi levado cativo ao Egito – Língua Afro-Asiática, como escrevem alguns autores.
  • Moshé (Moisés)–povo escravo no Egito 400 anos. Falava cananeu e egípcio.
  • David – unificou todos os diversos hebraicos através dos Salmos que eram leituras públicas.
  • Yeshayah (Isaías)– sobrevivem as tribos de Judá e Benjamim ao sul de Israel, após o massacre dos Assírios. Assim sendo, pelo isolamento geográfico, puderam manter o hebraico separado de outras influências linguísticas.
  • Yirmyah (Jeremias) – O sul de Israel mantêm o cananeu antigo (Jr5:15). Separação do hebraico das línguas assírias.
  • Ezra (Esdras) – reconstrução do templo de Israel. Habita em Judá diversos povos, pois os judeus foram dispersos (Ne13:23-24). Mistura o cananeu com a língua de Judá.

O Hebraico[editar | editar código-fonte]

O hebraico moderno é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas, com os caracteres quadráticos. A Bíblia original, a Torah', que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida em hebraico clássico (fenício + babilônico + quadrático).

A primeira evidência escrita do hebraico, o calendário de Gezer, data do século X a.C., os tempos dos reinados dos reis David e Salomão. O calendário de Gezer é escrito sem nenhuma vogal, e não usa consoantes substitutas de vogais mesmo nos lugares onde uma soletração mais moderna o requer.

O escrito mais famoso escrito originalmente em hebraico é o Tanakh, apesar as datas em que teria sido escrito ainda sejam disputadas. As cópias existentes mais antigas da Bíblia foram encontradas entre os manuscritos do Mar Morto, escritos entre o século II a.C. e o século I d.C.

Fonética[editar | editar código-fonte]

A fonética é indecifrável devido a não existência de vogais no alfabeto hebraico clássico , os judeus têm-na sempre chamado de “A Língua Sagrada”, escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade. Não existiam também entre-palavras, nem hífens, dificultando a leitura dos não instruídos.

Vocabulário[editar | editar código-fonte]

Limitado e não expressa significados de ideias abstratas. Ex: pecado = rebelião, errar o alvo, transpassar.Intelecto = coração, rins. Emoção = entranhas. Quando analisada sob a exegese tornasse indecifrável, precisando ser interpretada através da hermenêutica.

Concisão[editar | editar código-fonte]

Limitação quanto ao número de vocabulários prejudica o entendimento imediato. É necessário colocar no contexto histórico-cultural a mensagem.

Adjetivos[editar | editar código-fonte]

Superlativos inexistentes. Ex: Santo, Santo, Santo = santíssimo.

O hebraico ao invés de usar adjetivos utiliza outro substantivo que confere a qualidade desejada. Ex; “do vosso trabalho de amor”, “obra da vossa fé”, “da vossa firmeza de esperança ".

Vogais[editar | editar código-fonte]

Era a característica dos primeiros alfabetos (fenícios, aramaicos, ugaríticos) a não utilização das vogais porque devido a oralidade e repetição dos textos bíblicos, pelos grupos de sinais, já se sabia o que estava escrito.

A partir do século V d.C surgiram famílias de copistas, os massoretas (texto massorético), que substituíam os escribas. Estes criaram sinais para produzir as vogais curtas. Existiam três sistemas de pontuação:

  • Babilônico (durante o cativeiro) – sinais supralineares
  • Palestinense (Canaã) - sinais supralineares
  • Tiberiano (Tiberíades) – sinais infralineares que prevaleceram até os dias de hoje. As duas famílias que mais produziram textos entre os três sistemas foram BenNaftali e BenAsher.

O hebraico renasceu como língua falada durante o final do século XIX e começo do século XX como o hebraico moderno, substituindo o árabe, o ladino, o iídiche, e outras línguas da Diáspora Judaica como língua falada pela maioria dos habitantes do Estado de Israel, do qual é a língua oficial primária (o árabe também tem status de língua oficial). O nome hebraico para a língua é עברית, ou ivrit.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • GEISLER, Normam e William Nix – Introdução Bíblica: Como a Bíblia chegou até nós – Editora:Vida/ 2005
  • JEAN, Georges - Escrita, Memória dos Homens - Editora: Objetiva