Medgrupo

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Medgrupo
Tipo Empresa privada
Fundador(es) Cássio Leandro Engel
Sede Brasil
Áreas servidas Brasil, Bolívia e Argentina
Produtos Medcurso, M.E.D, Intensivão
Página oficial [1]

Medgrupo é uma empresa brasileira privada de educação que promove cursos preparatórios para concursos médicos. Embora seus cursos sejam focados para concursos de residência médica, muitos de seus estudantes os frequentam para preparar-se para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida).

Seu fundador e proprietário é o médico Cássio Leandro Engel.[1]

Possui mais de 80 filiais em três países: Brasil, Bolívia e Argentina. O valor da mensalidade do curso varia conforme a filial.

Cursos[editar | editar código-fonte]

A empresa oferece três cursos, cada um com material didático correspondente. Os cursos podem ser realizados separadamente ou em conjunto.

  • Medcurso (ciclo 1): Com duração de 11 meses.
  • M.E.D (ciclo 2): Com duração de 11 meses.
  • Intensivão: Com duração de 6 semanas. É realizado no segundo semestre de cada ano letivo.
  • CP-MED (curso prático): Curso prático para preparação para as provas práticas que são realizadas na segunda fase de alguns concursos para residência médica.

Disputas judicias[editar | editar código-fonte]

Pirataria[editar | editar código-fonte]

Em 2005, a empresa fez uma representação judicial contra estudantes de medicina na cidade de Montes Claros, Minas Gerais, que foram acusados de piratear seu material didático.[2]

Concursos de residência médica[editar | editar código-fonte]

O Medgrupo entrou com ação na justiça em 2009 contra a UNICAMP, USP e a Fundação Carlos Chagas, que realiza o concurso SUS-SP, obtendo êxito em primeira instância. A decisão garantiu, dentre outras coisas, que o caderno de provas e a lista nominal de aprovados dos concursos de residência médica dessas instituições fossem publicados.[3]

Daltonismo[editar | editar código-fonte]

O Medgrupo foi condenado pela justiça brasileira, em razão da negativa da empresa de promover adaptações em seu material didático que permite-se a um aluno, portador de daltonismo, ter acesso ao gabarito que se encontrava criptografado por um sistema de cores.

A justiça entendeu que houve violação a direitos humanos fundamentais, estabelecidos na Constituição da Republica Federativa do Brasil e na Convenção Interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência, que garantem um sistema inclusivo de educação para portadores de deficiências sensoriais em todos os níveis educacionais, inclusive em cursos eletivos prestados por empresas privadas.[4] [5] [6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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