Nebulosa Roseta

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Nebulosa Roseta
A Nebulosa Roseta (H-Alpha)
A Nebulosa Roseta (H-Alpha)
Dados observacionais (J2000)
Tipo Emissão
Constelação Monoceros
Asc. reta 06h 33m 45
Declinação +04° 59′ 54″
Magnit. apar. 9.0
Magnit. absol. -
Distância 5,200 Anos-luz anos-luz
Outras denominações
SH 2-275, CTB 21, Caldwell 49
Nebulosa Roseta
Monoceros constellation map.svg

A Nebulosa Roseta (também conhecido como Caldwell 49) é uma grande circular de região HII, localizada perto de uma extremidade de uma nuvem molecular gigante na região da constelação de Monoceros (também esta próximo ao braço da constelação de Perseus)[1] na Via Láctea. O aglomerado aberto NGC 2244 (Caldwell 50) está intimamente associado à nebulosidade, as estrelas do aglomerado tendo sido formadas a partir da matéria da nebulosa.[1] [2]

Complexo da Nebulosa Roseta[editar | editar código-fonte]

O complexo tem as seguintes denominações NGC:

  • NGC 2237 - Parte da região nebulosa (também utilizado para designar toda a nebulosa).[1]
  • NGC 2238 - Parte da regional da nebulosa.[1]
  • NGC 2239 - Parte da região nebulosa (Descoberto por John Herschel).[1]
  • NGC 2244 - O aglomerado aberto na nebulosa (Descoberto por John Flamsteed, em 1690).[1]
  • NGC 2246 - Parte da região nebulosa.[1]

Descrição (distância, diâmetro, massa solar)[editar | editar código-fonte]

O cluster e nebulosa estão a uma distância de cerca de 5.200 anos-luz da Terra (embora as estimativas das distâncias variam consideravelmente, até 4900 al) e medir cerca de 130 anos-luz de diâmetro. A radiação das estrelas jovens excitam os átomos na nebulosa, fazendo com que elas emitem radiação que faz a nebulosa produzir emissão, e isso é o que a faz brilhar. A massa da nebulosa é estimado em cerca de 10.000 massas solares.[1] [3]

Acredita-se que os ventos estelares a partir de um grupo de estrelas O e B estão exercendo pressão sobre nuvens interestelares costumam causar compressão, seguido de formação de estrelas na nebulosa. Acreditasse que tenham sido formadas a três milhões de anos atrás[2] . Esta formação de estrelas está ainda em curso.[3]

Um levantamento da nebulosa com o Chandra X-ray Observatory, em 2001, revelou a presença de muito calor no centro da Nebulosa da Roseta. As estrelas jovens ali presentes têm aquecido o gás circundante a uma temperatura na ordem de 6 milhões de kelvins fazendo com que eles emitam quantidades copiosas de raios-X.[1] [3]

Galeria de Imagens[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i NGC 2237, 2238, 2239 e 2246 - Nebulosa Roseta atlas.zevallos.com.br. Visitado em 28 de Fevereiro de 2011.
  2. a b Astronomy Picture of the Day - The Rosette Nebula (em inglês) apod.nasa.gov. Visitado em 28 de Fevereiro de 2011.
  3. a b c Estrelas bebés na nebulosa Roseta ESA portal - Portugal. Visitado em 28 de Fevereiro de 2011.