Nicolas Roeg

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Nicolas Roeg
Nicolas Roeg em 2008, no 43° Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary
Nome completo Nicolas Jack Roeg
Nascimento 15 de Agosto de 1928 (86 anos)
Londres, Inglaterra
Nacionalidade Reino Unido britânico
Ocupação Diretor de cinema
Cônjuge Susan Stephen (1957-77; divorciados) 4 filhos
Theresa Russell (1982–? divorciados) 2 filhos
Harriet Harper (2004-presente)
Atividade 1963 – presente
IMDb: (inglês)

Nicolas Jack Roeg, CBE (Londres, 15 de agosto de 1928) é um cineasta britânico, que começou como diretor de fotografia.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou-se no cinema como diretor de fotografia. Nessa qualidade, trabalhou em filmes como Fahrenheit 451 de François Truffaut e Far From The Madding Crowd de John Schlesinger, entre outros.

Foi só em 1970 que realizou o seu primeiro filme - Performance -, um exercício cinematográfico que multiplica as virtuosidades técnicas, recusando a progressão linear ao quebrar a relação espaço-tempo. Este filme, protagonizado por Mick Jagger, e co-realizado pelo escritor Donald Cammell, acabou por não ter o sucesso esperado e, assim, Roeg teve que ir para a Austrália para dirigir o seu primeiro filme a solo (Walkabout, 1971), que foi também o seu último trabalho como diretor de fotografia.

Seguiram-se aqueles que foram os seus dois maiores sucessos internacionais: Don't Look Now - uma história comovente de um caso de premonição - e The Man who Fell to Earth, com David Bowie, que apresenta a caminhada de um ser extraterrestre nas ruas da América do final do século XX.

Em Bad Timing (1979), Roeg filma, com uma tumultuosa associação de paixão, erotismo e lirismo, um puzzle complicado de uma história eminentemente estética. Segue-se Eureka (1983), uma superprodução de onze milhões de dólares, interpretado por nomes tão sonantes como Gene Hackman, Theresa Russell, Rutger Hauer e Mickey Rourke, que explora com sofisticação os meandros da memória num labirinto de paixão, de sexo, de dinheiro e de morte.

Insignificance (1985) é um filme que parte das mitologias para criar as suas próprias mitologias[1] . De facto, esta película relata a ida de Marilyn Monroe ao quarto de hotel de Albert Einstein para lhe fazer a sua própria demonstração da teoria da relatividade.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Como realizador[editar | editar código-fonte]

Como diretor de fotografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Jean-Paul Chaillet (maio de 1985). Moi Albert, toi Marilyn. Première, le magazine du cinéma. 98: 108-109.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]