O Fardo do Homem Branco

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O fardo do homem branco, numa visão satírica.
Esta propaganda de sabão usa o tema do "Fardo do Homem Branco" para encorajar pessoas brancas a ensinar noções de higiene a membros de outras raças.

"The White Man's Burden" ("O Fardo do Homem Branco") é um poema escrito pelo poeta inglês Rudyard Kipling. Foi publicado originalmente na revista popular McClure's em 1899, com o subtítulo The United States and the Philippine Islands.[1] "The White Man's Burden" foi escrito a respeito da conquista estadunidense das Filipinas e outras ex-colônias espanholas.[2] Embora o poema de Kipling misturasse exortações ao império com ajuizados alertas sobre os custos envolvidos, os imperialistas dos Estados Unidos se fixaram na frase "fardo do homem branco" como uma caracterização para o imperialismo que justificasse a política como um nobre empreendimento.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. "The White Man's Burden." McClure's Magazine 12 (Fev. 1899).
  2. Pimentel, Benjamin. (26 de Outubro 26 de 2003). "The Philippines; "Liberator" Was Really a Colonizer; (Revisionismo histórico de Bush)". The San Francisco Chronicle: D3 pp..
  3. Alertas:
    • Zwick, Jim. (16 de Dezembro de 2005). "Anti-Imperialism in the United States, 1898-1935".
    • Miller, Stuart Creighton. Benevolent Assimilation: The American Conquest of the Philippines, 1899-1903. [S.l.]: Yale University Press, 1982. ISBN 0-300-03081-9 p. 5, "…editores imperialistas saíram em defesa da manutenção de todo o arquipélago (utilizando) sólidas justificativas relacionadas ao "fardo do homem branco." * (4 de Fevereiro de 1999) "In Our Pages: 100, 75 and 50 Years Ago; 1899: Kipling's Plea". International Herald Tribune: 6 pp.. "Uma extraordinária sensação tem sido criada pelo novo poema deo Sr. Rudyard Kipling, The White Man's Burden, recém-publicado numa revista de Nova York. Ele é considerado o mais forte argumento em favor da expansão." *Judd, Denis. (Junho de 1997). "Diamonds are forever: Kipling's imperialism; poems of Rudyard Kipling". History Today 47 (6): 37 pp.. Theodore Roosevelt… considerava os versos 'pobres em poesia, mas são o senso comum do ponto de vista epansionista'. Henry Cabot Lodge repostou para Roosevelt: 'Eu gostei dele. Penso que a poesia é melhor do que o que você disse'.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • CHAPMAN, Alison. A Companion to Victorian Poetry. Blackwell, Oxford, 2002.
  • DALE, Alzina Stone. Outline of Sanity. iUniverse, 2005.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Em inglês[editar | editar código-fonte]

Em português[editar | editar código-fonte]

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