Pieris brassicae

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Como ler uma caixa taxonómicaPieris brassicae
Borboleta branca da couve pousada numa Buddleja davidii.

Borboleta branca da couve pousada numa Buddleja davidii.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Pieridae
Género: Pieris
Espécie: P. brassicae
Nome binomial
Pieris brassicae
(Linnaeus, 1758)

A borboleta branca da couve (Pieris brassicae) é um insecto da família Pieridae.

Distribuição[editar | editar código-fonte]

A borboleta branca da couve é bastante comum em toda a Europa, especialmente no sul e aparecendo em menor número no norte, não ultrapassando os 62º de latitude norte. Pode ser encontrada também no Norte de África e Ásia, estendendo-se até aos Himalaias onde pode habitar a altitudes de 1800 metros e até mesmo 2000 metros. Prefere zonas cultivadas, com abundância de brássicas, parques e jardins.

É um poderoso voador, sendo a população britânica reforçada na maioria dos anos por indivíduos que migram do continente europeu.

Morfologia[editar | editar código-fonte]

Borboleta adulta

Tem uma envergadura de 4 a 6,5 cm. As asas são brancas, com extremidades negras na parte anterior das mesmas em ambos os sexos. As fêmeas apresentam duas marcas negras, redondas na parte anterior das asas. A parte inferior das asas é esverdeada de cor muito clara, o que facilita a camuflagem quando estas borboletas se encontram em repouso. As marcas negras são geralmente mais escuras nos indivíduos nascidos no Verão.

Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]

Lagarta da couve

A fêmea faz uma postura total de cerca de 600 ovos repartidos em vários grupos de 20 a 100 ovos de cor amarela em plantas da família da couve (brássicas). As larvas eclodem passados 4 a 17 dias dependendo da temperatura. Geralmente parecem apresentar uma preferência por variedades de Brassica oleracea. As lagartas são verde amareladas com linhas amarelas e pontos negros ao longo do corpo. Protegem-se dos seus predadores obtendo um desagradável óleo de mustarda das plantas de que se alimentam o que as torna pouco apeteciveis. No entanto um grande número parece ser vítima de uma vespa parasita (Apanteles glomeratus). A crisálida é também verde amarelada com pontos negros. Passam o inverno em estado de crisálida.

São consideradas uma peste pelos os agricultores que se dedicam à cultura das várias espécies de brássicas. Que são consideradas larvas comilonas porque devorem todo o tipo de folhas.

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