Tom Conway

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Tom Conway
Tom Conway in Grand Central Murder trailer headcrop.jpg

Tom Conway em "O trem do diabo", de 1942
Nome completo Thomas Charles Sanders
Nascimento 15 de setembro de 1904
São Petersburgo, Rússia
Morte 22 de abril de 1967 (62 anos)
Culver City (Los Angeles), Califórnia
Ocupação ator
Cônjuge Queenie Leonard
(11 de fevereiro de 1958–11 de fevereiro de 1963, divorciados)
Lillian Eggers
(10 de agosto de 1941–24 de julho de 1953, divorciados)
Atividade 1940-1964

Tom Conway (São Petersburgo, 15 de setembro de 1904 – Culver City, 22 de abril de 1967) foi um ator russo de rádio e cinema, e irmão do ator George Sanders.

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Conway nasceu Thomas Charles Sanders, em São Petersburgo, Rússia, filho de pais ingleses; seu irmão caçula era o também ator George Sanders, com quem Conway tinha forte aparência, especialmente no aspecto vocal. Após a Revolução Russa (1917), a família voltou para a Inglaterra, onde os dois irmãos foram educados no Brighton College.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Conway é bastante lembrado hoje por sua atuação em dez filmes da série cinematográfica "The Falcon", tendo atuado ao lado de seu irmão em The Falcon's Brother. Estrelou três filmes produzidos por Val Lewton pela RKO Pictures, duas vezes interpretando Dr. Louis Judd — em Cat People (1942) and A Sétima Vítima um ano depois —, apesar do personagem ter sido assassinado na primeira película. O terceiro filme com Lewton foi I Walked With A Zombie (A morta-viva) (1943).

Sua carreira decresceu muito a partir da década de 1950, mas ainda apareceu em alguns filmes ingleses, além de aparições no rádio e na tv. Em 1951 substituiu Vincent Price na série radiofônica de mistério The Saint, em um papel que seu irmão interpretou nas telas de cinema uma década mais tarde. Em outubro de 1957 Conway interpretou Max Collodi no episódio "The Glass Eye" de Alfred Hitchcock Presents.

Fim da vida e falecimento[editar | editar código-fonte]

Depois de ganhar mais de U$1 milhão em 24 anos de carreira, problemas de visão e constantes crises com álcool marcaram sua vida nos últimos anos. Queenie Leonard, sua segunda esposa, pediu o divórcio em 1963, devido aos problemas de Conway com a bebida. George Sanders também interrompeu todo contato com ele por causa disso.

Conway submeteu-se a uma cirurgia de catarata no verão de 1964-65. Em setembro de 1965 Tom voltou às manchetes ao ser descoberto vivendo em um quarto de U$2 por dia em Venice, California. Presentes, contribuições e ofertas o ajudaram por um tempo.

Seus últimos anos de vida foram marcados por constantes visitas ao hospital. Sua ex-cunhada Zsa Zsa Gabor o visitou um dia e lhe deu U$200. No dia seguinte o hospital chamou-a para informar que Conway tinha saido com os U$200, ido até sua namorada e morrido em sua cama. Era 22 de abril de 1967, e Conway falecia vitima de cirrose e diabetes.

Filmografia[editar | editar código-fonte]