Vitaliciedade
Alguns chefes de Estado, particularmente em ditaduras (ou nas monarquias) tomam posse do poder, a título pessoal, para toda a vida, conferindo carácter vitalício ao seu cargo administrativo.
No Brasil, um exemplo de vitaliciedade ocorre junto aos magistrados e dos integrantes do Ministério Publico que atuam como membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Publico.
Porém, estes podem perder seus cargos vitalicios em decorrência de condenação, no Senado Federal, pela pratica de crime de responsabilidade.
Suspensão da vitaliciedade no Brasil [editar]
No Brasil, a vitaliciedade e a estabilidade foram suspensas por seis meses no Golpe Militar de 1964. Assim, quaisquer juízes ou promotores poderiam ser demitidos dos seus cargos público caso o presidente militar desejasse.1
Referências
- ↑ Artigo 7º, Ato Institucional Nº 1, de 9 de Abril de 1964. http://www.planalto.gov.br/cciVil_03/AIT/ait-01-64.htm