Ácido pícrico
Este artigo não cita fontes confiáveis. (agosto de 2018) |
Ácido pícrico
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| Nomes | |||||||||||||||||||
| Nome IUPAC | 2,4,6-trinitrofenol | ||||||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||||||
O ácido pícrico é um composto altamente explosivo que antigamente foi utilizado na fabricação de armamentos, principalmente na produção de granadas, mas também, na produção de fármacos contra queimaduras. Esse ácido reage com a creatinina do sangue (a reação produz um tom amarelado). Com isso pode se medir a quantidade de creatinina no sangue.
Também conhecido como trinitrofenol, sólido de cor amarela, altamente tóxico e de forte acidez, é sensível ao choque, explode a 300 °C.
Usos: na medicina; na indústria para tingimentos, baterias elétricas, ataque químico à amostras de metais para análise metalográfica.
Irritante para a pele, olhos e trato respiratório. A inalação pode causar danos aos pulmões. A exposição crônica pode causar danos hepáticos ou renais.
É um subproduto residual da fabricação do ácido adípico pela oxidação do ciclohexanol e ciclohexanona com ácido nítrico.
Deve-se a Eugène Turpin, químico francês, a síntese do ácido pícrico.
