Aachenosaurus

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O nome Aachenosaurus se refere a dois fragmentos fossilizados do que pensava-se ser a mandíbula de um dinossauro "bico-de-pato" (hadrossauro). Porém, para grande vergonha de seu descobridor Gerard Smets, os "fósseis" eram apenas madeira petrificada. O nome Aachenosaurus, que pode ser traduzido como "Lagarto de Aachen" [1], se deve ao fato dos fósseis terem sido encontrados nos depósitos de Aarchen de Moresnet.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Os fósseis Aachenosaurus foram achados e nomeados pelo cientista (e abade) Gerard Smets no dia 31 de outubro de 1888, que também nomeou o tipo da espécie de Aachenosaurus multidens. Baseado nesses fragmentos, Smets determinou que o espécime era um hadrossauro que deveria medir de 4 a 5 metros de comprimento aproximadamente e possuir uma espinha dermal. Ele defendeu sua conclusão, argumentando que os fósseis foram examinados a olho nu, através de um lupa e com o auxílio um microscópio. Porém seu erro logo foi demonstrado por Louis Dollo[3]. Inicialmente Smets tentou defender sua identificações mas foi provado errado novamente por uma comissão neutra, o que fez com que ele abandonasse completamente a ciência por pura vergonha.

Referências

  1. «Aachenosaurus». AgeOfDinosaurs.com. Cópia arquivada desde o original em 10 de fevereiro de 2010. Consultado em 10 de fevereiro de 2010  (em inglês)
  2. Smets, G. (1888). "Notices palaeontologiques" (em francês). Ann.Soc. Science Brussels (Bulletin de la société Belge de Géologie de Paléontologie & D'Hydrologie), 12 (2): pp. 193-214
  3. «Aachenosaurus multidens [ncG]». DinoData. Cópia arquivada desde o original em 10 de fevereiro de 2010. Consultado em 10 de fevereiro de 2010  (em inglês)
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