Adolpho Lindenberg (engenheiro)

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Adolpho Lindenberg (São Paulo, 1924) é um engenheiro, arquiteto, escritor e ativista católico brasileiro. É primo e discípulo de Plinio Corrêa de Oliveira, líder católico fundador da TFP, Sociedade Civil de inspiração Católica tradicionalista. É o atual presidente e um dos fundadores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO), que congrega os fundadores da TFP.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Licenciou-se em Engenharia Civil e Arquitetura pela Universidade Mackenzie em 1949. Em 1952 fundou sua própria empresa, a Construtora Adolpho Lindenberg (CAL), que se tornou em pouco tempo uma das construtoras mais conceituadas do País. A CAL tem seu nome associado à reintrodução do estilo colonial na prática arquitetônica moderna brasileira. O estilo de seus edifícios marcou profundamente a capital paulista.

Na década de 50 construiu centenas de residências em estilo colonial, por achar que esse estilo é muito mais adequado ao clima e à cultura do que a Bauhaus que estava em plena moda naquela época. Nas décadas de 60, 70 e 80, construiu edifícios em estilo neoclássico ou mediterrâneo, e obteve grande aceitação no mercado imobiliário, a ponto de 60 % dos edifícios de luxo nessa época, em São Paulo, terem sido planejados de acordo com os ditames clássicos. Por causa de sua influência na arquitetura de São Paulo, seu estilo neoclássico foi chamado de “estilo Lindenberg”, o que mostra como ele deixou sua marca na história da arquitetura nacional, como o criador de uma grife imobiliária. [3]

Dr. Adolpho, como é conhecido, colaborou no Jornal "O Legionário", ao lado de seu primo Plinio Corrêa de Oliveira, entre outros. Também foi redator do jornal "Catolicismo", fundado em 1951 e atualmente revista, criado pelo Grupo do "Legionário", que veio a ser o núcleo da TFP posteriormente.[4]

Após a cisão ocorrida na entidade depois a morte de Plinio Corrêa, Adolpho juntou-se ao grupo de discípulos que continha os primeiros seguidores do pensador católico, bem como os fundadores da TFP e formou em dezembro de 2006 o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, tomando a presidência. Neste instituto colaboram também o Chefe da Casa Imperial do Brasil Dom Luiz de Orléans e Bragança e o Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança.[5]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • "Os Católicos e a Economia de Mercado - Oposição ou Colaboração ? Considerações do bom senso", 1999. Em quatro idiomas.

Referências

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