Alberto David Branquinho
| Alberto David Branquinho | |
|---|---|
| Nascimento | 20 de setembro de 1878 |
| Morte | 27 de julho de 1932 |
| Cidadania | Portugal, Reino de Portugal |
| Ocupação | escritor, jornalista |
| Distinções |
|
Alberto David Branquinho ComC • ComA • GOA • OSE • OIP (freguesia Oriental, Viseu, 20 de Setembro de 1878 – 27 de Julho de 1932) foi um militar e político português.[1]
Biografia
[editar | editar código]Nasceu na Rua do Arco, freguesia Oriental (posteriormente São José), em Viseu. Era filho do oficial do Exército José David e Cunha, também natural de Viseu, e de sua mulher Catarina Augusta Macedo Branquinho, natural da Figueira da Foz.[2]
Foi promovido a Alferes a 15 de Novembro de 1901.[1]
Espírito culto e infatigável trabalhador, as instituições administrativas do Exército Português devem-lhe os mais assinalados serviços, tendo contribuído para assegurar-lhes, na nova orgânica militar, o papel de destaque que depois desfrutaram.[1]
Casou com a proprietária Maria Cacilda de Melo e Castro Liz Teixeira, natural de Amares (freguesia de Ferreiros), de quem teve um filho, Alberto Teixeira Branquinho.[3]
Sócio Efectivo, desde 1905, da "Revista Militar", Director da "Revista de Administração Militar" e do "Portugal Militar", foi Comandante da Antiga Escola de Aplicação e Director dos Serviços de Administração Militar.[1]
Dedicado aos problemas coloniais e às questões pedagógicas, frequentou, em 1912, o curso da Escola Colonial e foi Professor distinto do Instituto dos Pupilos do Exército e do Instituto Feminino de Educação e Trabalho.[1]
De 20 de Junho a 13 de Agosto de 1921 foi Governador Civil do Distrito de Braga.
Deputado pelo Círculo Eleitoral de Tomar em 1921, pertenceu a várias Comissões Parlamentares, às quais deu brilhante colaboração.[1]
Versadíssimo em questões económicas, foi Vogal do Conselho de Administração da Marinha Mercante e do Conselho Superior de Ensino Comercial e Industrial, visitando, em 1922, em missão de estudo, várias Escolas Técnicas Alemãs.[1]
Atingiou o posto de Coronel do Serviço de Administração Militar.[1]
Além de numerosa colaboração nas revistas acima citadas, publicou, em 1902, o volume Administração Militar em Campanha, e, posteriormente, Administração Militar e Apontamentos dum curso comercial - Ano lectivo de 1915-1916 Contabilidade industrial, Lisboa, 1916.[1]
A 15 de Fevereiro de 1919 foi feito Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a 28 de Junho de 1919 foi feito Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem Militar de Avis, a 5 de Outubro de 1930 foi elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis e a 20 de Março de 1931 foi feito Oficial da Ordem da Instrução Pública.[4]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i Vários. Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. [S.l.]: Editorial Enciclopédia, L.da. pp. Volume 5. 41
- ↑ «Livro de registo de batismos da paróquia Oriental - Viseu (1875-1880)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Distrital de Viseu. p. 147, assento 193
- ↑ «Livro de registo de batismos da paróquia Ocidental - Viseu (1896-1902)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Distrital de Viseu. p. 294 e 294v, assento 42 (de 1902)
- ↑ «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Alberto David Branquinho". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 27 de março de 2016
- Oficiais superiores de Portugal
- Professores do Instituto dos Pupilos do Exército
- Jornalistas de Portugal do século XX
- Escritores de Portugal do século XX
- Governadores civis do distrito de Braga
- Deputados da República Portuguesa
- Oficiais da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
- Comendadores da Ordem Militar de Cristo
- Comendadores da Ordem Militar de Avis
- Grandes-Oficiais da Ordem Militar de Avis
- Oficiais da Ordem da Instrução Pública