Ann Coulter

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Ann Coulter
Nascimento 8 de dezembro de 1961 (58 anos)
Nova Iorque
Residência Connecticut
Cidadania Estados Unidos
Alma mater Universidade Cornell, Universidade de Michigan, Escola de Direito da Universidade de Michigan
Ocupação colunista, escritora, jornalista, autora, comentarista, advogada
Religião Presbiterianismo
Página oficial
http://www.anncoulter.com/
Assinatura
Ann Coulter Signature.png

Ann Hart Coulter (Manhattan, Nova Iorque, Condado de Nova Iorque, Nova Iorque, 8 de dezembro de 1961) é uma advogada e jornalista norte-americana.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de John Vincent Coulter (Albany, Condado de Albany, Nova Iorque, 5 de Maio de 1926 - New Canaan, Condado de Fairfield, Connecticut, 4 de Janeiro de 2008), Advogado para a Phelps Dodge, e de sua mulher (Stuyvesant, Condado de Columbia, Nova Iorque, 30 de Setembro de 1953) Nell Husbands Martin (Paducah, Condado de McCracken, Kentucky, 23 de Fevereiro de 1928).[1]

Coulter é colunista de diversos periódicos estadunidenses de linha conservadora e escritora de sucesso, com vários livros na lista de best-sellers do The New York Times. Ann Coulter é solteira e sem filhos, tendo namorado o editor da Revista Spin, Bob Guccione, Jr e o escritor também conservador Dinesh D'Souza. Frequenta a Redeemer Presbyterian Church, do pastor Timothy J. Keller.[2]

Frequentemente aparece na televisão, rádio e discursa em eventos públicos e privados. É conhecida por causar controvérsias com seus artigos conservadores, defendendo o Presidente George W. Bush, o ex-senador Joseph McCarthy.

Embora tenha trabalhado originalmente como colunista em jornais como o New York Times, acabou por ser substituída pelos editores pelas divergências politicas da linha editorial do jornal.

Algumas citações polémicas incluem a defesa da guerra como uma nova cruzada pelo Cristianismo. No dia seguinte ao 11 de Setembro ela escreveu no seu site oficial:

"Os aeroportos aplicam escrupulosamente o mesmo abuso ridiculamente ineficaz tanto a Suzy Chapstick como a sequestradores muçulmanos. É ridículo supor que cada passageiro é um potencial maníaco homicida enlouquecido. Nós sabemos quem são os maníacos homicidas. São esses que estão a cantar e dançar neste preciso momento. Nós devemos invadir seus países, matar seus líderes e convertê-los ao Cristianismo. Nós não éramos seletivos sobre encontrar e punir somente Hitler e seus oficiais superiores. Nós bombardeamos cidades alemãs inteiras; nós matamos civis. Isso era a guerra. E esta é a guerra."

Em termos de direitos das mulheres, num episódio do programa Politicamente Incorrecto:

"Eu acho que as mulheres devem ter armas mas não devem votar… as mulheres não têm capacidade para compreender como é que o dinheiro é ganho. Elas têm muitas ideias de como o gastar… é sempre sobre dinheiro em educação, mais dinheiro para cuidados infantis, mais dinheiro para creches."[3]

Numa outra ocasião afirmou:

"Seria um país muito melhor se as mulheres não votassem. Isto é um facto. Na realidade, em todas as eleições presidenciais desde 1950 - exceto Goldwater em '64 - os Republicanos teriam ganho, se apenas votassem os homens."[4]

Ann já lançou vários livros, entre eles:

  • How to talk to a liberal (if you must) : the world according to Ann Coulter ("Como falar com um liberal [se for necessário]: o mundo segundo Ann Coulter")
  • Slander : liberal lies about the American right ("mentiras liberais sobre o direito americano")
  • Treason : liberal treachery from the cold war to the war on terrorism ("Traição: besteiras liberais da Guerra Fria à Guerra Contra o Terrorismo")
  • Godless -- The Church of Liberalism ("Sem Deus -- A Igreja do liberalismo")
  • The Case against Bill Clinton ("O tribunal versus Bill Clinton")

entre outros.[5]

Referências

  1. compiled by William Addams Reitwiesner. «Ancestry of Ann Coulter». http://www.wargs.com/. Consultado em 4 de abril de 2019 
  2. «ANN COULTER'S FLORIDA VOTER REGISTRATION APPLICATION FORM». bradblog.com. Consultado em 3 de maio de 2013 
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 28 de fevereiro de 2007. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2007 
  4. [1]
  5. CNN Political Ticker. «Coulter's Book Sales Off». CNN. Consultado em 8 de março de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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