Bateria de Val-de-Cães

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A Bateria de Val-de-Cães localizava-se na ponta de Val-de-Cães, na cidade de Belém, estado do Pará, no Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

Em uma ponta vizinha ao Forte de Nossa Senhora das Mercês da Barra de Belém, em terras da fazenda de Val-de-Cães, então de propriedade dos frades Mercedários, por herança de Dna. Maria de Mendonça (OLIVEIRA, 1968:748), esta bateria foi erguida em 1822 pelo Governador das Armas do Pará, José Maria de Moura, para cobrir aquele forte (SOUZA, 1885:35) pelo lado de terra (OLIVEIRA, 1968:748). GARRIDO (1940) complementa que a sua estrutura era de faxina, tendo sido artilhada com quatro obuseiros de 9 a 6 polegadas (op. cit., p. 33).

Embora GARRIDO (1940) informe que a estrutura não mais existia em 1833 (op. cit., p. 33) época em que BAENA redigiu o seu "Ensaio Corográfico" (OLIVEIRA, 1968:748), SOUZA (1885) refere que à época (1885) encontrava-se conservada, exercendo as funções de Vigia, avisando da aproximação de navios, em conjunto com a Vigia da ilha de Tatuóca e a Vigia do Chapéu Virado (op. cit., p. 35).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BARRETO, Aníbal (Cel.). Fortificações no Brasil (Resumo Histórico). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1958. 368p.
  • GARRIDO, Carlos Miguez. Fortificações do Brasil. Separata do Vol. III dos Subsídios para a História Marítima do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.
  • OLIVEIRA, José Lopes de (Cel.). "Fortificações da Amazônia". in: ROCQUE, Carlos (org.). Grande Enciclopédia da Amazônia (6 v.). Belém do Pará, Amazônia Editora Ltda, 1968.
  • SOUSA, Augusto Fausto de. Fortificações no Brazil. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]