Bernard Mandeville

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ícios privados, benefícios públicos[editar | editar código-fonte]

Mandeville conclui que o vício em contrapartida ás "virtudes cristãs" degar alfaiates, serviçais, cozinheiros, prostitutas, perfumistas, . Estas pessoas, por sua vez, podem empregar através de suas despesxde" acaba decaindo a um estado de apatia paralisadora. A abstinência do amor próprio (cf. Hobbes) é a morte do progresso. As chamadas virtudes morais são mera hipocrisias, e apenas surgem devido ao desejo próprio de ser superior em relação aos brutos. "As virtudesnteiros, entre outros trabalhadue geram a prosperidade, "vícios privados são benefícios públicos".

Entre outras coisas, Mandeville argumenta que os mais depravados e vilipendiados comportamas paixões de um libertino também são ás bases benéficas da sociedade em geral.e seu próprio tempo, é necessária para a condição de ser ter uma economia próspera. Seu ponto de vista é mais severo se contraposta ao auto-interesse de Adam Smith. Ambos, Smith e Mandeville acreditam que a ação coletiva dos indivíduos em prol do auto-interesse trazem consigo benefícios públicos. Entretanto, o que diferencia sua filosofia com a de Smith é sua relação com oentos geram efeitos econômicos positivos. Um libertino, por exemplo, é um cidadão vicioso, e mesmo assim capaz através de suas dispensas e prazeres empregar alfaiates, serviçais, cozinheiros, prostitutas, perfumistas, . Estas pessoas, por sua vez, morais são a descendência política da auto-bajulação em cima de orgulho." Sendo assim Mandeville conclui que é o paradoxo da busca dos próprios vícios que geram a prosperidade, "vícios privados são benefícios públicos".

Entre outras coisas, Mandeville argumenta que os mais depravados e vilipendiados comportamentos geram efeitos econômicos positivos. Um libertino, por exemplo, é um cidadão vicioso, e mesmo assim capaz através de suas dispensas e prazeres empregar alfaiates, serviçais, cozinheiros, prostitutas, perfumistas, . Estas pessoas, por sua vez, podem empregar através de suas despesas padeiros, carpinteiros, entre outros trabalhadores. Portanto, a ganância e a violência das paixões de um libertino também são ás bases benéficas da sociedade em geral.

Obras[editar | editar código-fonte]

Fable of the bees, 1924
  • Aesop Dress'd, or a Collection of Fables writ in Familiar Verse (1704)
  • Typhon: a Burlesqunteiros, entre outros trabalhadue geram a prosperidade, "vícios privados são benefícios públicos". Entre outras coisas, Mandeville argumenta que os mais depravados e vilipendiados comportamas paixões de um libertino também são ás bases benéficas da sociedade em geral.e seu próprio tempo, é necessária para a condição de ser ter uma economia próspera. Seu ponto de vista é mais severo se contraposta ao auto-interesse de Adam Smith. Ambos, Smith e Mandeville acreditam que a ação coletiva dos indivíduos em prol do auto-interesse trazem consigo benefícios públicos. Entretanto, o que diferencia sua filosofia com a de Smith é sua relação com oentos geram efeitos econômicos positivos. Um libertino, por exemplo, é um cidadão vicioso, e mesmo assim capaz através de suas dispensas e prazeres empregar alfaiates, serviçais, cozinheiros, prostitutas, perfumistas, . Estas pessoas, por sua vez,e Poem (1704)
  • The Planter's Charity (1704)
  • The Virgin Unmasked (1709, 1724, 1731, 1742)
  • A Treatise of the Hypochondriack and Hysterick Passions (1711, 1715, 1730)
  • The Fable of the Bees (1714)
  • The Mischiefs that Ought Justly to be Apprehended from a Whig-Government (1714)
  • Free Thoughts on Religion, the Church, and National Happiness (1720, 1721, 1723, 1729)
  • A Modest Defence of Publick Stews (1724)
  • An Enquiry into the Causes of the Frequent Executions at Tyburn (1725)
  • An Enquiry into the Origin of Honour, and the Usefulness of Christianity in War (1732)
  • Citação: .


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