Castelo de Alenquer

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Castelo de Alenquer
Castelo de Alenquer - Dec 2005.jpg
Castelo de Alenquer, Portugal: vista do adarve
Mapa de Portugal - Distritos plain.png
Construção D. Afonso Henriques (c. 1148)
Estilo
Conservação Bom
Homologação
(IGESPAR)
IIP
(DL 40.361 de 20 de Outubro de 1955.)
Aberto ao público

O Castelo de Alenquer localiza-se na freguesia de Santo Estêvão, vila e concelho de Alenquer, no distrito de Lisboa, em Portugal.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

A primitiva ocupação humana da região remonta à pré-história, conforme os testemunhos arqueológicos que atestam ter sido sucessivamente visitada e ocupada, ao longo dos séculos, por povos Gregos, Fenícios, Cartagineses, Romanos, Alanos, Godos e Muçulmanos, estes últimos responsáveis pela fortificação.

O castelo medieval[editar | editar código-fonte]

No contexto da Reconquista cristã da Península Ibérica, a povoação e o seu castelo foram conquistados pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1148, que determinou o seu repovoamento e reconstrução de suas defesas.

O seu filho e sucessor, D. Sancho I (1185-1211), fez erguer o Paço Real, posteriormente doado à Infanta D. Sancha, sua segunda filha. Sob o reinado de D. Afonso II (1211-1223), esta senhora concedeu o primeiro foral à vila (1212).

Posteriormente, Alenquer veio a receber Carta de Foral passada por D. Dinis (1279-1325) em 1302, e o Foral Novo de D. Manuel I (1495-1521), em 1510.

Da Dinastia Filipina aos nossos dias[editar | editar código-fonte]

No contexto da crise de sucessão de 1580, a vila apoiou as pretensões de D. António, Prior do Crato, ao trono, vindo a sua defesa a cair no ostracismo desde então.

O castelo encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 20 de Outubro de 1955.

Os seus remanescentes encontram-se atualmente bem conservados, destacando-se alguns troços de muralha, a Porta da Conceição e a Torre da Couraça, de planta quadrada.

Características[editar | editar código-fonte]

O castelo encontra-se em posição estratégica no terreno, o que dificultou a sua conquista em meados do século XII. Os seus muros, ameados, percorridos por adarve, são em aparelho de pedra regular.

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