Cripta da Civilização

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A Cripta da Civilização é uma cápsula do tempo hermeticamente selada localizada na Universidade Oglethorpe em Brookhaven, Geórgia, em Atlanta. A cripta é composta de artefatos preservados programado para ser aberto no ano de 8113.[1][2]O Guinness Book of World Records de 1990 cita a cripta como a "primeira tentativa bem sucedida de enterrar um registro dessa cultura para todos os futuros habitantes ou visitantes do planeta Terra". "[3]

Origens[editar | editar código-fonte]

Thornwell Jacobs é referido como “o pai da moderna cápsula do tempo”, clama a ser o primeiro da história moderna a conceber a ideia de conscientemente preservar objetos feitos pelo Homem para a posterioridade o colocando em um repositório selado. [4][5][6][7][8] A inspiração de Jacob para o projeto foi encontrada quando as pirâmides e tumbas do Egito foram abertas nos anos 20. Ele estava surpreso com a falta de informações sobre essas civilizações antigas e imaginou acabar havendo uma “história corrida” dos costumes da moderna vida humana do começo da história até os anos 30. [4][9]

Embora a alegação de que 4241 A.C (19 de Julho) seja a “data mais próxima fixada” tenha sido desacreditada[10] desde Jacobs, ele notou que 6177 anos se passaram entre quando o Calendário Egipcio foi fixado em 4241 A.C e o ano presente (1936 D.C). Essa imagem serviu para racionalizar a ideia de colocar a abertura da cripta em 8113, que está a 6177 anos de distância.

A Cripta da Civilização intrigou a América e foi duplicada por muitos outros.[4] No meio de 1930, George Edward Pendray, um executivo para relações públicas para a Westinghouse Electric Company, deu a autorização para um evento promocional na Feira de Mundial de Nova Iorque de 1939.[4][11] Pendray, também um fogueteiro amador, sugiriu enterrar uma “cápsula do tempo”, selada num pacote com o formato de foguete feita de um metal chamado cupaloy. A Cápsula do Tempo de Westinghouse é um tudo no formato de foguete de 7 m com metal no exterior no qual encapsula artigos em um tubo interior feito de Pyrex.[11] O projeto de Pendray foi originalmente chamado de “tumba do tempo”, mas o nome foi mudado mais tarde para cápsula do tempo. A cápsula de Pendray está programada para ser aberta em 6100 anos.[4][11]

Construção[editar | editar código-fonte]

O búnquer da Cripta da Civilização foi posicionado em um Appalachian de granito localizado na fundação do Phoebe Hearst Memorial Hall, uma academia de granito com estilo gótico construída pela Oglethorpe University.[4][11] A sala foi convertida de uma piscina de 1937 a 1940, e os muros foram forrados com pratos de enamel embebidos em piche. [4][11]

A sala tem 6 metros de largura, 3 metros de altura e 3 metros de profundidade. O banquer está sob um telhado de pedra de 2 metros e desncasa sobre um chão de pedra de 0,6 metros. [11] Foi selado com uma porta de aço montada no lugar.[4]

Thomas Kimmwood Peters supervisionou a construção e serviu como arquivista. [4]

Referências

  1. «The New Georgia Encyclopedia — Cripita da Civilização». Consultado em 29 de junho de 2008 
  2. /= «Historia da Cripta da Civilização» Verifique valor |url= (ajuda). Consultado em 29 de junho de 2008 
  3. name="Livro dos Recordes Mundiais (1990)"/>Guinness Book of World Records (1990)
  4. a b c d e f g h i Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome crypt1
  5. «The Crypt of Civilization at Oglethorpe University». Consultado em 29 de junho de 2008 
  6. Oglethorpe University president Thornwell Jacobs in an article of November 1936 Scientific American magazine.
  7. Jarvis, p. 350
  8. «Time Capsules in America Crypt of Civilization». Consultado em 29 de junho de 2008 
  9. We Were Here: A Short History of Time Capsules By Patricia Seibert, p. 16-24. Consultado em 29 de junho de 2008 
  10. Grimal, Nicolas. A History of Ancient Egypt. p.52. Librairie Arthéme Fayard, 1988
  11. a b c d e f Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome crypt3