Daniel Lofrano Nascimento

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Daniel Nascimento
Daniel Nascimento debatendo no Senado Federal em 2018[1]
Nome completo Daniel Lofrano Nascimento
Pseudónimo(s) DN
Nascimento 4 de dezembro de 1988 (30 anos)
Bauru, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Empresário
Página oficial
http://www.dnpontocom.com.br

Daniel Lofrano Nascimento, (Bauru, São Paulo, 1988), mais conhecido como Daniel Nascimento, é um empresário, consultor de segurança digital[2] e ex-hacker, tendo sido já considerado um dos maiores hackers do Brasil.[3]

Entre os 11 e os 15 anos de idade, ainda menor de idade, invadiu servidores nacionais e estrangeiros, como os do governo, e atacou a rede da Telemar, concessionária de energia que mais tarde daria origem à Oi, ato este que deixou a Região Nordeste sem internet durante uma semana. Em 2005, foi detido e preso pela Polícia Federal na Operação Ponto Com. A sua história como hacker até à sua detenção foi contada pelo próprio em um livro e existem planos para que a história seja retratada no cinema.[4][5] Atualmente, é empresário e consultor de segurança digital, profissão na qual ajuda pessoa e empresas a protegerem-se de ataques informáticos.[6]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Em 2013, nasceu a DNPontocom, quando Daniel Nascimento começou a contar sua história no livro Dnpontocom – A Vida Secreta e Glamourosa de Um Ex-hacker. Após grande repercussão na mídia, Nascimento viu que poderia unir sua experiência com outros experts da tecnologia e formar um time de elite para criar projetos sociais, ajudar empresas e até mesmo o nosso governo. Desde então esse time vem criando soluções tecnológicas em diversas áreas.

A DNPontocom ocupa um dos espaços que está em crescente ascensão no mercado nos últimos anos: Tecnologia e Inovação. Trabalhando com grandes empresas, a DN hoje é uma das mais importantes empresas de segurança digital do país , ministrando palestras em diversos estados, desenvolvendo projetos e associando tecnologia e segurança, no patamar internacional de inovação.

Em 2017, Daniel Nascimento realizou um estudo para a Serasa,[7] empresa brasileira de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, para aprimorar os seus serviços antifraude e ajudar o consumidor a se proteger e evitar prejuízos com a ação de golpes digitais.[4] O Serasa Antifraude faz o monitoramento do CPF e avisa sobre qualquer movimentação, como consultas de empresas para liberar crédito, aberturas de empresas e contas telefônicas. O recurso foi amplamente divulgado na mídia e pode ser visto no Portal Pequenas empresas & Grandes Negócios, com entrevista com o próprio Daniel.[8]

Projeto Fake News Autentica[editar | editar código-fonte]

Em março de 2018, Daniel Nascimento foi convidado a participar de sessão do Senado Federal[9] com o debate sobre Fake News, em que apresentou o seu projeto Fake News Autentica,[10] que poderá ajudar a combater a disseminação de notícias falsas e sensacionalistas na internet. A ideia do projeto é simples e o portal será formado por uma junta de jornalistas e analistas que investigam notícias divulgadas na internet e que validam a veracidade dessas informações, criando trendings topics no portal. Junto à averiguação desse grupo há ainda o trabalho dos bots, um robô que automatiza procedimentos computadorizados, espalhados na internet e nas redes sociais, que fazem a leitura e captam também essas informações. O bot também será responsável pela absorção das dúvidas das pessoas sobre determinado conteúdo, em que ao utilizar a hashtag #fakenewsautentica, é possível permitir o rastreamento pelo robô dessa matéria e a validação de sua veracidade pelo portal. Por outro lado, há também um trabalho de inteligência artificial, em que a partir da coleta de dados dos focos de onde estão sendo espalhadas essas fake news, essas informações poderão ajudar as entidades responsáveis a combater esses crimes da internet.

Pesquisa[editar | editar código-fonte]

Recentemente a DNPontocom desenvolveu uma pesquisa mostrando com as gerações X, Y e Z reagem às fake News no Facebook. O estudo baseado em inteligência artificial mostrou que mais novos são mais propensos a compartilhar notícias sem checar.

Com base em quatro tipos diferentes de inteligência artificial, foram analisados 23.428 perfis abertos no Facebook, suas reações às notícias, posts compartilhados, informações básicas do perfil, familiares, e localização.

As conclusões que os pesquisadores chegaram com base nos dados coletados mostra que 7 em cada 10 pessoas da geração Z lê apenas os títulos das matérias e “não prestam atenção no contexto apresentado”.

Na geração X, por outro lado, 6 entre 10 têm mais paciência para ler a notícia completa, mas menos facilidade para identificar a credibilidade da fonte. Entre os da geração Y, 60% pesquisam a mesma notícia em mais de uma fonte.

Sobre as influências sofridas pelas pessoas nas redes, o estudo identificou que a geração Z se guia mais pela opinião de celebridades, e a geração X é mais influenciada por intelectuais.

Para Daniel Nascimento, o maior desafio no combate às fake news é educar os mais jovens, da geração Z.

Palestras[editar | editar código-fonte]

Daniel Nascimento e toda a equipe DNPontocom roda o Brasil palestrando sobre diversos assuntos, entre eles: Fake News.

Obras[editar | editar código-fonte]

Referências

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