Discussão:Revolução de 25 de Abril de 1974

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Mover artigo[editar código-fonte]

Este artigo deve ser deslocado para a designação 25 de Abril de 1974, que actualmente redirige para aqui. Ou mesmo para 25 de Abril (de 1974). Na verdade, esta revolução é referida na esmagadora maioria das situações, na sua quase totalidade, como «o 25 de Abril». «Revolução dos Cravos» só é usado em contextos mais ou menos poéticos (ou com pretensões a isso).

Salazar morre em 1969 tendo sucedido Marcelo Caetano que fica á frente do País de 1969 a 1974. Acho que est correção tem que ser feita porque não se pode falar da historia recente com base em mentiras. Elisa Teodoro 22/10/2005

Censura[editar código-fonte]

Pelos vistos a censura agora está patente na Wikipédia, se no dia 25 de Abril, feriado Nacional, os trabalhadores Portugueses são obrigados a trabalhar, então acho que está página não está completa se não fôr referênciado. É importante dizer, desde que o governo de José Sócrates aprovou a nova lei da abertura do comércio aos domingos, em Portugal os TRABALHADORES são obrigados a trabalhar domingos e feriados o dia todo, incluindo o dia 25 de Abril, o dia 01 de Maio e o Domingo de Páscoa. Facto que Portugueses e Estrangeiros devem ter conhecimento. Também já não há liberdade expressão Portugal?

Se há ou não liberdade de expressão em Portugal é irrelevante neste contexto da Wkipédia de língua portuguesa. Esta enclicopédia rege-se por certos princípios, bastante diferente dos grupos de média social em que cada um escreve o que lhe vem à cabeça. Teixant (discussão) 07h15min de 26 de abril de 2018 (UTC)

O Estado Novo desde quando?[editar código-fonte]

O estado novo desde 1926?!?!?!?!?! Que eu saiba em 1926, foi quando foi feito o golpe de estado e instaurado um regime militar. O Estado novo deve ser de cerca de 1932 (não sei a data) quando Salazar subiu ao poder. -Pedro 23:32, 5 Jul 2004 (UTC)

O golpe militar de "inspiração" nacionalista foi feito no ano de 1926 (28 de Maio), mas salazar só entrou para o governo em 1932, penso eu… de qualquer maneira não foi logo depois do golpe… :e o estado "novo" só foi proclamado em 1933 quando ele foi promovido a presidente do conselho de ministros (primeiro-ministro), porque antes era só ministro das finanças… lugar em que ele pediu ao carmona (presidente) para o deixar fiscalizar as despezas de todos os ministérios… enfim… com beirões que se há de fazer?!
João Jerónimo 22:45, 13 Out 2004 (UTC)

Por que do nome?[editar código-fonte]

Qual é o motivo que levou essa revolução a receber esse nome? Seria bom que isso fosse comentado no artigo.--Giro720 15:33, 2 Novembro 2005 (UTC)

A Revolução leva esse nome porque uma florista que se dirigia a um hotel, ao ver um soldado, lhe dá um cravo, que este pôe no cano de sua arma. Outros soldados seguem seu ato e põem cravos em suas armas, nos canhões dos tanques de guerra ou na lapela de suas fardas. -- Dan 94 17:33, 27 Abril 2011 (UTC)


Por aquilo que pude aporar o nome da revolução é dado porque naquele mesmo dia um Restaurante da Baixa Lisboa comemorava o 1º Aniversário e o propriatári teria encomendado Cravos para oferecer as suas clientes. Como o Restaurante não chegou a abrir o proprietário deu esses mesmos Cravos as suas funcionárias que ao regresso a casa uma delas depara com o acontecimento dos militares no rosio e num acto de solidariedade oferece um cravo a cada soldado o 1º soldado a qum dá o 1ºCravo põe este no cano da sua arma e visto isto os outros soldados fazem o mesmo ao por os Cravos nas suas armas, nos canhões de ataque de guerra ou na lapeta das fardas. As espingardas simbolizão assim a PAZ e a esperança de um futuro feliz para Portugal. Esta imagem foi logo generalizada e o 25 de Abril de 1974 ficou então conhecido pela "REVOLUÇÃO DOS CRAVOS".--2.82.28.142 (discussão) 20h14min de 13 de abril de 2012 (UTC)

Teodomiro Leite de Vasconcelos?[editar código-fonte]

"O locutor de serviço nessa emissão foi Leite de Vasconcelos, jornalista e poeta moçambicano." Foi Teodomiro Leite de Vasconcelos? Ele foi só a "voz", não sabia o que estava a ler. Mais "importante" são Carlos Albino e Manuel Tomaz.

Datas[editar código-fonte]

A ditadura militar não foi reorganizada tornando-se no Estado Novo. A ditadura militar começa a 1926 e acaba a 1933. Em 1933 incicia-se o Estado Novo que só terminará em 1974. E embora Salazar tenha morrido em 1969, o poder fora já entregue a Marcello Caetano em 1968.

Tanto mar[editar código-fonte]

Deveriam ouvir a música de Chico Buarque, "Tanto mar". Fala da revolução dos cravos, de um ponto de vista extrangeiro. Muito boa.

Opinião de Tanto Mar[editar código-fonte]

Relamente a música é muito boa, principalmente a 1ª versão. Diego Scarano Mensagens 13h25min de 22 de Novembro de 2007 (UTC)

Introdução C O N F U S A[editar código-fonte]

Olá,

a introdução está difícil de entender.

Resolvi olhar em outra língua, no caso, em francês, e estava tão claro…

A versão portuguesa pode ter mais conteúdo, mas não em detrimento da forma e clareza, essenciais para a compreensão do leitor.

Por favor, a pessoa que escreveu a introdução, caso se anime e concorde, reescreva-a com frases pequenas e poucas ideias por vez.

Seria interessante, na contextualização necessária para uma introdução bem sucedida, que o nome de Salazar apareça também.

Boa sorte e obrigada, o comentário precedente não foi assinado por Jojoniteroi (discussão • contrib.)

Sinta-se à vontade para contribuir com a Wikipédia da maneira que achar melhor, esta é uma enciclopédia livre e aberta a todos. RafaAzevedo msg 15h38min de 18 de fevereiro de 2009 (UTC)

Eliminação tendenciosa de factos históricos[editar código-fonte]

Colegas,

Este artigo tem sido objecto de intervenções ideológicas que tudo fazem para omitir factos de importância capital para a história da Revolução dos Cravos.

É o caso, neste últimos dias, da eliminação do capítulo “A CIA, a PIDE e a Revolução dos Cravos” que contém informação que não se pode omitir para o devido entendimento dos factos associados às intervenções de potências estrangeiras com interesses em África e de facções ultra-conservadoras que se interessam em erradicar da História de Portugal o papel das forças repressivas do Estado Novo.

São assim quebrados princípios fundamentais que regulam a Wikipédia, neste caso a correcta informação e a objectividade histórica e textual.

Durante os últimos meses o artigo atingiu um nível de consenso, simplicidade e de rigor que deverá manter-se. Destacar à cabeça do artigo que ele não contém suficientes referências no texto é mais um tipo de ataque que só pode descredibilizar quem os faz.

Agradecemos a colaboração de todos os que contribuíram e contribuirão para que este artigo se mantenha como um exemplo de informação não tendenciosa e de qualidade.

Cogitus, 20h 10 de 1 de outubro de 2011 (UTC)


As intervenções têm sido feitas por Marcos Elias de Oliveira Júnior, um garoto de 15 anos «nascido e vivido em Pau dos Ferros, município no estado do Rio Grande do Norte, Brasil».

1 – É difícil admitir a competência de alguém com estas características para intervir num assunto destes.

2 – Parece muito provável que alguém se ande a servir da criança para proceder às intervenções, o que, sendo um facto, denota um nível de ética lamentável.

Cogitus, 21h 55 de 1 de outubro de 2011 (UTC)


Não podem solicitar de que o artigo seja protegido para evitar alterações desse género... É uma medida extrema mas se tudo o resto falha...

85.242.224.213 (discussão) 12h50min de 31 de outubro de 2012 (UTC)

Não é necessário, basta reverter as edições tendenciosas e sem fontes. Proteger contra usuários registados é realmente muito extremo! --Rui Silva (discussão) 07h06min de 1 de novembro de 2012 (UTC)

Revolução do 25 de Abril[editar código-fonte]

Em Portugal, lugar onde este evento ocorreu, a larga maioria das pessoas identifica-o como Revolução do 25 de Abril. Proponho a alteração da denominação da entrada. Acscosta (discussão) 14h32min de 21 de abril de 2013 (UTC)

Portugal isolado?[editar código-fonte]

Refere-se no artigo que Portugal vivia "isolado" do resto do mundo. Tal tese contraria a evolução verificada na política externa durante esse período, particularmente a partir dos anos 50, no sentido de uma maior aproximação ao bloco ocidental, particularmente aos países europeus. Exemplos disso são a adesão à OECE em 1948 (percursora da OCDE, que teve a missão de gerir os fundos do Plano Marshall), à Nato em 1949(da qual foi membro fundador), à EFTA (1960) e o acordo com a CEE em 1972. O orgulhosamente sós talvez tenha sido verdade no início do Estado Novo, mas é uma expressão completamente desfasada da realidade. Tentei alterar no artigo, mas tal não foi aceite.

Guerra de edições[editar código-fonte]

Senhores, tive que proteger a nível administrador o artigo por 3 dias devido a uma guerra de edições que estava destruindo o histórico da página. A versão atual respeita Wikipédia:Status quo. Peço por favor que cheguem a um consenso a respeito desta contenda, discutam aqui antes de ficar alterando e revertendo. (PS: não pretendo interferir no assunto). Cumprimentos, Lord MotaFala 23h28min de 7 de novembro de 2013 (UTC)


Vou colocar aqui a mensagem que mandei ao senhor LordMota e a outros administradores:

Caro Lord Mota, vi na sua página que gosta de história, e gostaria de lhe fazer um apelo. A página sobre a Revolução dos Cravos agora está apenas disponível de ser editada por um administrador, e o senhor desfez a edição que eu havia feito.
Por favor, gostaria deixar claro que no final do artigo existem palavras que estão mal escritas e eu as corrigi, palavras como "tedem" e "consequnte". Não entendo o porquê que esses erros continuam a ser permitidos no artigo.
Continuando, não é possível afirmar como a maior das verdades de que a Segunda República Portuguesa se tratava de uma ditadura, porque embora uns a considerassem como sendo uma e outros não, o facto é de que haviam eleições (embora não fossem imparciais) e o dito "ditador" a que todos se referem, que ocupava o cargo de Primeiro-Ministro, poderia ser removido do seu cargo a qualquer momento pelo Presidente da República, motivo pelo qual houve tanto apoio ao senhor Humberto Delgado quando ele concorreu às eleições presidenciais. O constituição concentrava o poder na assembleia e no governo, como acontece hoje em dia, a única diferença é que existia uma policia politica e certas liberdades que existem hoje não existiam então. Por isso é correcto falar do regime como autoritário, baseado na Doutrina Social da Igreja Católica, do que carimba-lo como regime ditatorial.
Mais como está escrito no artigo diz lá que a Segunda República seguia "politicas da força", mas não haviam "politicas da força" e sim politicas ultramarinas, onde para além da necessária defesa das populações, a modernização das províncias nunca parou, e chegou a aumentar para evitar descontentamentos por parte dos portugueses lá residentes. A palavra "colonial", "colonialismo" ou "colónia" só passou a existir após a Revolução com uma conotação negativa. Antes da revolução, aquelas regiões que hoje são países eram consideradas províncias ultramarinas, e faziam tão parte de Portugal como os Região Autónoma dos Açores e a Região Autónoma da Madeira, além de estar escrito tudo bem claro na Constituição Portuguesa de 1933. Não existia nenhum império colonial, existia um país chamado Portugal.
Sentindo o mesmo, age a seu modo, governa em isolamento, faz o que pode, mas um dia virá em que já nada pode fazer. Você é mesmo capaz de me dizer que isto (opinião pessoal sobre Salazar, de algum utilizador que no passado editou o artigo) tem algum sentido de existir num artigo da importância da Revolução dos Cravos?
O regime não se exilava, apenas mantinha a convicção de que Portugal dificilmente existiria sem as suas províncias, além de que no campo da conjuntura internacional Portugal estava presente em diversas organizações internacionais, quer politicas como económicas. Na década de 60, com a necessidade de defesa, Portugal teve que aumentar o peso das Forças Armadas no Orçamento, porém isso não significou que ficasse mais pobre, nem que houvesse crise, nem que o desenvolvimento parasse. Muito pelo contrario, houve uma enorme abertura na década de 60 para minimizar ao máximo os danos do peso da defesa na economia, década em que Portugal se abriu ao mundo, foi membro fundador da EFTA, desenvolveu o turismo ainda hoje importantíssimo para a nossa economia e convidou industrias estrangeiras a instalarem meios de produção em Portugal.
Pouco mais há a dizer, é errado dizer que a censura acabou. A censura não terminou com a revolução, pois prolongou-se com o PREC para evitar a propagação de informação que não seguisse a linha da revolução. É errado dizer que a 25 de Abril de 1975 houve as primeiras eleições livres em Portugal, pois antes do regime salazarista e antes da Ditadura Nacional (1926 - 1933), houve algo que o senhor deve com certeza conhecer: a Primeira República Portuguesa, onde ocorriam eleições livres.
Por favor, não desfaça a minha edição sem pelo menos ler aquilo que foi alterado. Não sou a favor de ditaduras, simplesmente creio que o artigo fica mais justo para ser lido por alguém que pouco sabe sobre a matéria, fica mais imparcial, e ainda ficam a ser corrigidos vários erros ortográficos e opiniões pessoas que não deveriam estar escritas num artigo com esta importância, o artigo sobre o inicio da democracia em Portugal.


Como podem ver, está mais que justificada a alteração que tenho vindo a propor para este artigo, sobre palavras pejorativas que são usadas, além de erros ortográficos e diversas "opiniões pessoais" que não deveriam constar no artigo.

E queria deixar aqui bem claro a falta de consideração do administrador Teixant que me chama de fascista, ao afirmar "Tuga1143, você está outra vez a arranjar problemas ao tentar "fascistar" a história recente portuguesa."

Creio que, sendo usuários normais ou administradores, deveria haver o mínimo respeito uns pelos outros, e não cairmos no ridículo de chamarmos fascistas uns aos outros, ainda mais da parte de alguém da responsabilidade de um administrador. Os artigos devem ser imparciais, não de acordo com o regime que cada país vive, mas de acordo com a verdade, para que todos tenham acesso a ela. Luís Angelo (Tuga1143) 11h30min de 9 de novembro de 2013 (UTC)

Caro Luís Angelo. Muito bem, concordo totalmente consigo e chega de tanto erro, histórico, político e até ortográfico. Um abraço. LourencoAlmada (discussão) 12h03min de 9 de novembro de 2013 (UTC)

Regra geral, concordo com o reclamante com o facto de alguns artigos serem escritos de forma demasiadamente apaixonada e parcial, concordando até com a maioria das correções que faz. Mas não todas; se é verdade que em algumas edições neutraliza o tom de escrita e o resultado é consideravelmente melhor, ao mesmo tempo também é verdade que é bastante perceptível um "branqueamento" e "suavização" de aspetos menos positivos, adoptando alguma retórica típica do estado novo. Por exemplo, substituíndo o termo "colónia" por "província", indo contra toda a historiografia contemporânea académica e imparcial, e adotando um eufemismo político para dizer a mesma coisa, com a desvantagem de confundir e iludir quem não está por dentro do contexto. Antero de Quintal (discussão) 16h41min de 9 de novembro de 2013 (UTC)

Caro Antero, você disse de uma maneira muito diplomática aquilo que eu pretendia dizer, o "branqueamento" da história colonial (em mais do que um significado dessa palavra). Porque mudar colónia para província se esse foi o termo usado durante muito do Estado Novo para designar esses territórios, sendo a segunda adoptada sobretudo para mudar a percepção exterior do regime. Porque não mudar para "estados" já que esse foi o nome adoptado nos últimos anos do regime? E por fim, não sou administrador de nada...Teixant (discussão) 22h19min de 11 de novembro de 2013 (UTC)
De facto, na fase final do regime as províncias eram consideradas Estados... vamos então tratar aqueles territórios por colónias quando eram colónias, por províncias quando eram províncias, e nesse caso por Estados, quando por lei eram Estados. O Brasil antes de se tornar independente não era uma colónia, era um Estado, e de acordo com a época é tratado como tal. Claudia Pulcra foi esposa de Octávio e não de Augusto, porque quando ambos se casaram, o senhor ainda era conhecido por Octávio e não pelo termo que anos mais tarde viria a ser apelidado: Augusto.
A Wikipédia tem o habito de atender à época e ao conjunto, por isso este artigo deve atender à época e ao conjunto consoante o assunto que nele se trata, e não deixar de o fazer só porque vossa excelência pensa que, de algum modo, limpa um pouco a face do Estado Novo ou então que de algum modo vá denegrir a imagem do atual regime português. E sugiro que vossa excelência deixe os ataques pessoais de lado e cresça um pouco, não quero que isto seja o meu blog privado como afirma, quero que o conteúdo deste artigo seja imparcial, e não beneficie nem fascistas nem a dita versão imaculada que busca denegrir a imagem do regime posterior à atual república. Você continua a desfazer a edição, continua a defender opiniões pessoais cheias de paixão, continua a insistir nos erros ortográficos que o artigo contém. Por favor, deixe de ser assim, desse modo nada de bom você consegue acrescentar à Wikipédia. Luís Angelo (Tuga1143) 00h24min de 12 de novembro de 2013 (UTC)

Senhores, obrigado pela vossa compreensão pelas propostas que eu apresentei, e espero que em breve algum administrador tenha um bom senso de as colocar em vigor no artigo, mesmo que não sejam todas. Concordo que adoptei para certas partes uma caracterização "suave" dos termos, porém não é o meu objetivo branquear ou iludir. Não quero beatificar o Estado-Novo, mas também não quero que o demonizem. Tenho noção de grande parte do que se passou de errado durante aquele regime, e algumas coisas que não são apresentadas no artigo até eu as gostaria de sugerir, para que quem leia tenha uma pequena noção dos antecedentes, quer eles bons, quer eles maus. Espero que juntos possamos melhorar o artigo, não totalmente como eu sugeri, mas da maneira mais justa e imparcial, coisa que várias pessoas farão de certo melhor do que apenas uma (eu). Luís Angelo (Tuga1143) 17h07min de 9 de novembro de 2013 (UTC)

Refinação do artigo Revolução dos Cravos[editar código-fonte]

Procedi à alteração de alguns termos e erros ortográficos. Quem tem mais sugestões para enriquecer este artigo, por favor, exponha a sua opinião... Luís Angelo (Tuga1143) 10h02min de 11 de novembro de 2013 (UTC)

  • Por favor... eu pedi para que vocês tentassem resolver esse problema pelo dialogo. Mas assim que termina a proteção, voltam a fazer guerra de edições novamente? Lord MotaFala 00h44min de 12 de novembro de 2013 (UTC)

Imparcialidade[editar código-fonte]

Certos utilizadores continuam a insistir numa versão do artigo que usa vários termos para tentar de alguma forma denegrir o anterior regime. Por muito mau que tenha sido, devemos ser todos adultos e imparciais, por de lado as nossas ideologias e construir um artigo imparcial, que apresente factos e não opiniões ou pontos de vista. Espaço para comentários pessoais sobre a matéria não podem ser incluídos no artigo. Não podemos deixar que venham aqui pessoas afectas à segunda república dizer que a revolução foi uma revolução de traidores, tal como não podemos deixar que pessoas de ideologia contraria à do regime o declare uma ditadura fascista.

Para muitos Cuba é uma ditadura, e para muitos outros é um país livre. Hoje a Síria ainda é vista como uma república e ainda é considerada uma república aqui na Wikipédia, e se a opinião das pessoas mudarem, colocando-se contra o actual presidente sírio, não podemos simplesmente mudar as coisas e dizer que a Síria é uma ditadura, porque não é.

Este artigo não é uma observação ideológica da revolução, e sim uma síntese dos eventos históricos que a precederam, causaram, e vieram depois dela, devendo ser todos eles imparciais. Luís Angelo (Tuga1143) 10h59min de 27 de novembro de 2013 (UTC)

Título do artigo é pateta[editar código-fonte]

"Revolução dos Cravos"?! Quase ninguém aqui em Portugal se refere à Revolução do 25 de Abril de 1974 nesses termos. Porquê insistir nessa designação exótica e claramente inadequada e não-representativa? — Ana Bruta (discussão) 17h12min de 4 de abril de 2014 (UTC)

De acordo! Qual será a melhor alternativa? Teixant (discussão) 11h09min de 5 de abril de 2014 (UTC)
Concordo em absoluto. Sugiro "Revolução de 25 de abril de 1974", já que é o termo pelo qual é quase unanimemente reconhecida, tanto na literatura popular como académica. "Revolução dos Cravos" é um anglicismo derivado de "Carnation Revolution". Entendo perfeitamente que para os anglófonos o termo faça sentido, visto que a referência pela data seria estranha. Mas numa enciclopédia em língua portuguesa o que não faz sentido é ir buscar designações anglófonas rebuscadas para coisas mais do que óbvias. Antero de Quintal (discussão) 15h18min de 5 de abril de 2014 (UTC)

Concordo com a sugestão. Promoverei a alteração se não surgirem objeções até ao final do mês de maio de 2014. Acscosta (discussão) 15h19min de 18 de maio de 2014 (UTC)

Chamar às coisas o que elas são.[editar código-fonte]

O título deste artigo... a revolução que houve, que eu aprendi, foi o 25 de Abril de 1974... Já lhe chamaram revolução dos cravos, revolução dos capitães, etc.

Porque é que não chamamos às coisas aquilo que elas são, e mudamos o título para Revolução de 25 de Abril de 1974?

Darei aqui mais um exemplo. O que iniciou o período da Ditadura Militar e pôs fim à Primeira República foi o quê? Já ouvi chamarem aquele golpe de estado de Revolução Nacional, algumas vezes o evento era referido como "Golpe de 28 de Maio de 1926", ou o "movimento", "a arrancada de Braga", "o dia em que o exercito se cansou" e até dito por alguns extremistas durante o Estado Novo "o dia em que Portugal rejuvenesceu". Mas apesar de tudo isto, o nome deste golpe na Wikipédia é Revolução de 28 de Maio de 1926. Porque não fazemos o mesmo com esta revolução?

Por fim, outro exemplo do que acho que está mal, se bem conheço a Wikipédia, ela destaca-se por ser imparcial... e por apresentar factos, independentemente da opinião alheia, seja de diversas pessoas, filosofias, governos, facções, etc.

Quem viu a guerra de uma perspectiva negativa chamava-a e ainda a chama de Guerra Colonial. Quem lutou nessa guerra pela libertação das regiões ultramarinas refere-se à guerra como Guerra de Libertação. Porém, sejamos sinceros e consideremos os factos concretos... a designação oficial desta guerra foi Guerra do Ultramar, e por muito que gostemos dela ou não, esta era a designação oficial até ao seu cessar.

Porque é que não nos livramos do termo ligeiramente pejorativo que é "colonial" e damos ao título o nome oficial que a guerra teve?

Cumprimentos. Luís Angelo "Tuga1143 Coat of arms of Portugal.svg 08h47min de 18 de setembro de 2014 (UTC)