Ditador benevolente

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Um ditador benevolente é uma forma teórica de governo em que um líder autoritário exerce o poder político absoluto sobre o estado, mas o faz em benefício da população como um todo. Um ditador benevolente pode permitir que exista uma liberalização econômica ou tomada de decisões democráticas como por meio de referendos públicos ou representantes eleitos com poder limitado, e muitas vezes faz os preparativos uma transição a democracia durante ou após o fim dela. Pode ser visto como uma forma republicana de despotismo esclarecido.

O rótulo foi aplicado a líderes como Mustafa Kemal Atatürk (Turquia),[1] Josip Broz Tito (Iugoslávia),[2] Lee Kuan Yew (Singapura),[3] Abdullah II da Jordânia,[4] Paul Kagame (Ruanda), France-Albert René de Seychelles, e Qaboos bin Said al Said (Oman).

Referências

  1. «Benevolent Dictator? Thinking About MK Atatürk». Turkey File. 19 de outubro de 2009 
  2. Shapiro, Susan; Shapiro, Ronald (2004). The Curtain Rises: Oral Histories of the Fall of Communism in Eastern Europe. [S.l.]: McFarland. ISBN 0-7864-1672-6 
    "...All Yugoslavs had educational opportunities, jobs, food, and housing regardless of nationality. Tito, seen by most as a benevolent dictator, brought peaceful co-existence to the Balkan region, a region historically synonymous with factionalism."
  3. Miller, Matt (2 de maio de 2012). «What Singapore can teach us». The Washington Post (em inglês). ISSN 0190-8286. Consultado em 25 de novembro de 2015. 
  4. Kifah & Jennifer (23 de março de 2013). «King Abdullah II of Jordan, World Statesman?»