Divisão social do trabalho

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Um barbeiro atuando na Cidade do México. O barbeiro é um exemplo de profissão engendrada pela divisão social do trabalho.

A expressão divisão do trabalho é encontrada em estudos oriundos de diversas áreas do conhecimento, como a economia, a sociologia, a antropologia, a história, a saúde, a educação, dentre outras, e tem sido utilizada com diversas variações. Em termos genéricos, refere-se às diferentes formas que os seres humanos, ao viverem em sociedades históricas, produzem e reproduzem a vida.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Com a divisão do trabalho, indivíduos especializados na produção de um produto passaram a comercializar seu produto final com o produto final feito por outros indivíduos. Isto se refere tanto ao comércio especializado dentro de uma comunidade, tais como o de alfaiates, ferreiros, agricultores etc., ou ao comércio de especializações de comunidades inteiras em contato uma com a outra, tais como o de uma comunidade que fabrica roupas, uma que faz ferramentas, e outra que produz comida, que trocam entre si.

Vantagens[editar | editar código-fonte]

A divisão social do trabalho aumenta a produtividade, porque os indivíduos podem produzir um determinado produto que tenha uma vantagem comparativa, e comercializar este produto com indivíduos que não podem produzi-lo eficientemente por produtos que eles precisam. A divisão social do trabalho cria mercado de produtos, comparando o custo e o tempo para fazer cada produto.

Desvantagens[editar | editar código-fonte]

A divisão social do trabalho pode ser vantajosa; no entanto, a especialização em excesso pode ser prejudicial devido a três razões principais.

  1. Os trabalhadores individuais que se especializam em profissões altamente qualificadas estariam vulneráveis a uma reorganização econômica associada com produtos cíclicos voláteis e o desenvolvimento de novas indústrias.
  2. Outro fator em que a especialização excessiva poderia ser prejudicial é que o indivíduo se torna alienado em relação à produção, não sabe o que produziu e não tem noção da importância do mesmo.
  3. A última razão seria que muitas pessoas não têm oportunidade de exercer o trabalho que desejam, por este estar em um alto nível da hierarquia.

Referências

  1. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de novembro de 2014. Arquivado do original em 17 de maio de 2015