Eduarda Chiote

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Eduarda Chiote
Nascimento 1930 (87 anos)
Bragança,  Portugal
Género literário Romance, conto
Movimento literário Pós-modernismo
Magnum opus A Décima Terceira Ilha

Eduarda Chiote (Bragança, Trás-os-Montes,[1] 1930) é uma escritora portuguesa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Eduarda Chiote nasceu em Bragança, em 1930. Licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas[1] e trabalhou na área da Psicotecnia. Residiu no Porto e vive actualmente em Lisboa.

Em 1975 é editado o seu primeiro livro, Esquemas,[1] numa edição de luxo graficamente orientada por Armando Alves. Em 1979 Estilhaços é publicado no volume A Jovem Poesia Portuguesa, juntamente com Que Rio Vem Forçar a Entrada desta Casa de Wanda Ramos e O Ruído Fino de João Camilo. Ainda em 1979 é editada a plaquette Refúgio em Vez de Câmara Mortuária, com um desenho de Graça Martins. Em 1983 são editados três novos originais de Eduarda Chiote: o volume de contos A Décima Terceira Ilha e os livros de poemas Altas Voam Pombas e Travelling, este último publicado no mesmo volume que Quem Não Vier do Sul de Helga Moreira.

Em 1984, sai a plaquette com o texto Armando Alves e a Lâmpada de Aladino, fusão de conto e prosa poética. Este texto é editado, com um pormenor de uma pintura de Armando Alves na colecção Ocupação do Espaço da editora O Oiro do Dia, uma colecção dedicada a textos sobre artes plásticas, onde foram também editados autores como Vasco Graça Moura, António Ramos Rosa, António Rebordão Navarro ou Herberto Helder.

Em 1987 é editado A Preços de Ocasião, novo livro de poesia. Segue-se um hiato, só quebrado em 1994, quando é editado Branca Morte, com capa e desenhos de Jorge Pinheiro. A este livro, seguem-se Não Me Morras (2000), A Celebração do Pó (2002) e O Meu Lugar à Mesa (2006). Este último conquistou o Prémio Teixeira de Pascoaes.

Em 2008, Eduarda Chiote regressa à ficção, com o livro de contos Não é Preciso Gritar. Em 2011 é editado o seu mais recente livro de poemas, Órgãos Epistolares.

Além dos livros, Eduarda Chiote tem publicação dispersa por vários jornais, revistas e antologias, desde o final dos anos setenta.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • 1974- Limiar
  • 1975- Esquemas, edição Limiar (poesia)
  • 1979- Estilhaços, in A Jovem Poesia Portuguesa (poesia)
  • 1979- Refúgio em Vez de Câmara Mortuária, editorial Inova, desenho de Graça Martins (poesia)
  • 1983- Travelling (seguido de Quem Não Vier do Sul de Helga Moreira), editorial O Oiro do Dia, desenho de Armando Alves (poesia)
  • 1983- Altas Voam Pombas, edição &etc, desenho de Armando Alves (poesia)
  • 1983- A Décima Terceira Ilha, edições Afrontamento (contos)
  • 1984- Armando Alves e a Lâmpada de Aladino, editorial O Oiro do Dia, desenho de Armando Alves (prosa)
  • 1987- A Preços de Ocasião, edições &etc, desenhos de João Ribeiro (poesia)
  • 1994- Branca Morte, edições &etc, desenhos de Jorge Pinheiro (poesia)
  • 2000- Não Me Morras, edições &etc, desenhos de Jorge Pinheiro (poesia)
  • 2002- A Celebração do Pó, edições Asa, desenho de Lídia Vieira (poesia)
  • 2006- O Meu Lugar à Mesa, edições Quasi (poesia, arrecadou o prémio Teixeira de Pascoaes em sua quinta edição[2])
  • 2008- Não é Preciso Gritar, edição Campo das Letras (contos)
  • 2011- Órgãos Epistolares, edições Afrontamento (poesia)

Referências

  1. a b c «Transmontanos e Durienses (Chiote, Eduarda)». Notícias do Douro. Consultado em 27 de julho de 2011 
  2. «Armando da Silva Carvalho conquista Prémio Pascoaes com a obra Anthero Areia & Água». Câmara Municipal de Amarante. 18 de novembro de 2010. Consultado em 27 de julho de 2011 
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