Epistemologia platônica

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A epistemologia platônica sustenta que o conhecimento é inato, de tal modo que a aprendizagem seria o desenvolvimento das idéias escondidas na alma, que aflorariam como resultado de um interrogatório amistoso. Platão acreditava que a alma existia antes do nascimento sob a "forma de Deus", com perfeito conhecimento de tudo. Assim, quando algo é aprendido, na verdade é apenas "lembrado". Ao escrever a Alegoria da Caverna, resolve o problema deixado por Heráclito e Parmênides (se o ser muda ou não muda) ao pensar dois mundos: o inteligível (ou das ideias) onde as coisas não mudam pois são perfeitas; e o sensível (realidade) que é feita pelas coisas materiais que perecem (morrem) e são apenas cópias das ideias perfeitas (que se aproximam da verdade). Para este pensador, discípulo Sócrates, existem dois mundos, apenas um deles traz um conhecimento seguro; - Conhecimento Sensível: a realidade, as coisas mudam constantemente; Cópia das ideias. - Conhecimento Intelegível: o mundo das ideias, a verdade é imutável. Uma realidade perfeita, eterna, sem mudança. Cremos nas percepções que temos sobre as coisas, mas, pelo raciocínio e pelo exercício da razão (ao purificar sensações e opiniões [dialética Intuição Intelectual]) conhece-se a essência das coisas ou IDEIA. Conhecimento se dá pela saída das crenças e opiniões para o raciocínio e intuição intelectual. Dialética = processo para se aproximar das ideias verdadeiras por meio do diálogo.

Mito da caverna[editar | editar código-fonte]

Ver também: Mito da caverna

No seu mais famoso diálogo, A República, Platão faz uma analogia entre as sensações humanas e as sombras que são projetadas no fundo de uma caverna - uma alegoria conhecida como Mito da caverna


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