Espiritualismo francês

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Henri Bergson, nobel de literatura e representante do espiritualismo francês.

Espiritualismo francês é um termo que designa um grupo de filósofos franceses dos séculos XVIII, IXX e XX que, apesar de possuírem profundas diferenças em termos doutrinários, compartilhavam a ideia de que a consciência carrega o princípio de explicação da natureza humana e existe de maneira autônoma, independentemente da matéria.

Características e autores[editar | editar código-fonte]

Para essa escola francesa, o caráter de consciência revela-se particularmente importante para compreender as atitudes humanas ao movimento da mente. Os principais representantes do espiritualismo francês foram, em ordem cronológica, Maine de Biran, Félix Ravaisson, Jules Lachelier, Émile Boutroux, Henri Bergson, René Le Senne, Maurice Blondel, Édouard Le Roy, Jacques Chevalier, Louis Lavelle e Maurice Merleau-Ponty.[1]

Para Jean-Louis Vieillard-Baron, especialista no espiritualismo francês, a escola explora em profundidade a teoria da ação, sobretudo a noção de "consciência ativa" orientada para o futuro.[2].

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Jerome Ndaye Mufike, qui reprend la liste de Dominique Janicaud, De la conscience à l'amour : la philosophie de Gabriel Madinier, Gregorian Biblical BookShop, 1 janv. 2001, p. 50-51.
  2. Jean-Louis Vieillard-Baron, Le Secret de Bergson, Paris, Le Félin, 2013, p. 77.
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