Gimba

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Gimba
Informação geral
Nome completo Eugénio Cardoso de Carvalho Lopes
Nascimento 1959 (59 anos)
Local de nascimento Lisboa
País Portugal Portugal
Gênero(s) Folk Urbano
Instrumento(s) voz, guitarra, percussão, flauta, harmónica
Período em atividade 1978 - Presente
Afiliação(ões) Os Afonsinhos do Condado, Os Irmãos Catita, Tiroliro & Vladimir
Página oficial [1]

Eugénio Lopes (Gimba - Lisboa,1959) é um músico, autor e produtor português.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Começou a compor e a escrever canções aos 9 anos, e tornou-se profissional, aos 18. Membro fundador dos Afonsinhos do Condado, esteve na origem - e foi padrinho de batismo - dos Xutos & Pontapés [2], tocou e gravou também com Os Irmãos Catita, em nome próprio a solo, e integrou vários agrupamentos efémeros.

Gravou discos e produziu trabalhos de vários artistas, num leque eclético: José Cid, Mário Laginha, Tim, Vicente da Câmara, Maria de Vasconcelos, entre outros - tendo participado em registos discográficos de Dino Meira, André Sardet, Ena Pá 2000, Quinta do Bill, Mário Mata e outros.

Deu a cara e fez a música para programas de televisão.

Entre 2012 e 2015 foi o director musical do projecto "Radio Royale", onde se destacou o trio feminino "As Royalettes", de cujo reportório é autor e produtor.

De 2004 até à atualidade dedica-se às suas oficinas de escrita para canções, tendo já levado estas atividades a todo o continente e ilhas. Mais recentemente tem publicado os seu conteúdos em vídeo, com muito boa aceitação por parte de músicos e não músicos.

Durante o ano de 2016, Gimba ressuscitou o duo Tiroliro e Vladimir , que fez furor na cena noturna[3] lisboeta da primeira metade dos anos 80, e que viria mais tarde a dar origem ao famoso trio conhecido do grande público como "Os Afonsinhos do Condado". Tiroliro e Vladimir têm vindo a atuar um pouco por toda a parte, enquanto gravam um disco (que planeiam lançar em 2019) disco esse que reune o seu reportório incógnito da época "pré afonsina", e que inclui pérolas como "A Sereia Mais Rica", "Domingo em Bicicleta" ou "A Americana".

Em 2018 lança o seu segundo álbum a solo, "Ponto G" [4] (depois de "Funky Punky Trunky", de 1997), tendo vindo a fazer atuações de cariz acústico para pequenas plateias, longe do bulício comercial dos grandes festivais.

Televisão[editar | editar código-fonte]

  • "Pop Off";
  • "O Cabaret da Coxa",
  • "Estado de Graça",
  • "DDT - Donos Disto Tudo".

Composição de bandas sonoras[editar | editar código-fonte]

Assinou bandas sonoras de programas humorísticos:

  • “O Programa da Maria”
  • “Paraíso Filmes”;
  • “O Homem que Mordeu o Cão”

Assinou bandas sonoras para Cinema:

  • “O Crime do Padre Amaro”
  • "Um Passeio de Barco"

Assinou bandas sonoras para Teatro:

  • "Dois Reis e Um Sono"
  • "O Segredo do Rio"
  • "À Procura do Fim"

Rádio[editar | editar código-fonte]

Na rádio criou a roupagem musical de “Há Vida em Markl” (programa de Nuno Markl) e os badalados jingles da “Prova Oral”, de Fernando Alvim, tendo também feito canções para publicidade e curtas metragens institucionais.

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • "Os Afonsinhos do Condado" (1987)
  • "Açúcar" (1988)
  • "Ska da Ilha" (1988)
  • "No Parque Mayer" (1989)
  • "Os Afonsinhos do Condado" II (1990)
  • "Very Sentimental" (1993)
  • "És Muita Linda" (1993)
  • "No Trilho do Sol" (1994)
  • "Funky Punky Trunky" (1997)
  • "Mundo Catita" (1999)
  • "Leva-me Contigo" (2004)
  • "Pornogal" (2006)
  • "Sinais do Tempo" (2012)
  • "Regresso" (2017)
  • "Ponto G" (2018) [5]

Prémios[editar | editar código-fonte]

Referências