Giulio Angioni

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Giulio Angioni
Literatura, Antropologia
Giulio Angioni (1010)
Dados gerais
Nome de nascimento Giulio Angioni
Nacionalidade italiana
Residência Italia
Nascimento 28 de outubro de 1939
Local Guasila
Atividade
Campo(s) Literatura, Antropologia
Alma mater Universidade de Cagliari

Giulio Angioni (Guasila, Sardenha, 1939) é um escritor e antropólogo italiano.

Giulio Angioni é autor de vinte livros de ficção e uma dúzia de volumes de ensaios em antropologia. Com Sergio Atzeni e Salvatore Mannuzzu, Angioni é considerado[1] um dos iniciadores da narrativa da Sardenha hoje, a nível europeu, seguindo o trabalho de várias figuras proeminentes, como Grazia Deledda, Emilio Lussu, Salvatore Satta. Entre seus muitos romances, o melhor é considerado Le fiamme di Toledo (As chamas de Toledo).

Ensaios[editar | editar código-fonte]

No campo da antropologia Giulio Angioni tem escrito sobre várias áreas, conduzindo nomeadamente pesquisas em Sardenha.

  • Tre saggi sull'antropologia dell'età coloniale, Flaccovio 1973
  • Sa laurera: Il lavoro contadino in Sardegna, EDeS 1976 e Il Maestrale 2005
  • Il sapere della mano: saggi di antroplogia del lavoro, Sellerio 1986
  • Pane e formaggio e altre cose di Sardegna, Zonza 2000
  • Fare dire sentire. L'identico e il diverso nelle culture, Il Maestrale 2011

Romances e outras obras[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • A. M. Amendola, L'isola che sorprende. La narrativa sarda in italiano (1974-2006), Cagliari, CUEC 200, 160-179.
  • E. Hall, Greek tragedy and the politics of subjectivity in recent fiction, "Classical Receptions Journal", 1 (1), 23-42, Oxford University Press, 2009.
  • C. Lavinio, Narrare un'isola. Lingua e stile di scrittori sardi, Roma, Bulzoni, 1991, 151-171.
  • F. Manai, Cosa succede a Fraus? Sardegna e mondo nel racconto di Giulio Angioni, Cagliari, CUEC, 2006.
  • M. Marras, Ecrivains insulaires et auto-représentation, "Europaea", VI, 1-2 (2000), 17-77.
  • A. Ottavi, Les romanciers italiens contemporains, Paris, Hachette, 1992, 142-145.
  • L. Schröder, Sardinienbilder. Kontinuitäten und Innovationen in der sardischen Literatur und Publizistik der Nachkriegszeit, Bern, Peter Lang, 2000.
  • B. Wagner, Sardinien, Insel im Dialog. Texte, Diskurse, Filme, Tübingen, Francke Verlag, 2008.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Goffredo Fofi, Sardegna, che Nouvelle vague!, Panorama, 11-2003

Ligações externas[editar | editar código-fonte]