Hamadríade

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Ninfas

As hamadríades (em grego: Ἁμαδρυάδες, Hamadryádes, de ἅμα, háma, "junto" e drýs, δρῦς, "carvalho"), na mitologia grega, são as oito filhas do casamento de Óxylos, filho de Óreas[Nota 1] com Hamadryás, sua própria irmã, chamavam-se: Carya, Balanos, Crania, Morea, Aigeiros, Ptelea, Ampelos e Syce.[1] Cada uma delas seria protetora de um espécie diferente de árvore, entre estas a vinha, a figueira e a aveleira.

As hamadríades são ninfas que nascem com as árvores e com as quais partilham o destino, devendo protegê-las.

Calímaco conta no seu Hino a Delos que a disposição e temperamento destas deidades variava em conformidade com a das suas árvores protegidas, dispensando-se em prantos aquando da queda das folhas ou da estridente alegria à chegada das chuvas da primavera sobre a juventude das verdes folhagens.

E se em algumas lendas poderia viver durante “cerca de dez vidas de palmeiras” ou 9720 anos, em outras versões, a morte anunciava-se-lhes com as das suas árvores.

A hamadríade Carya certa vez teve um caso com Zeus, o que gerou Dirio, o deus das plantas venenosas.

Existem lendas que descrevem o poder vingativo de que estas ninfas eram capazes sobre aqueles que ameaçavam as suas árvores (Chrysopelia), outras histórias falam-nos dos castigos que caíam sobre aqueles que as cortassem ou desdenhassem das orações atribuídas as estas deidades (Erysichthon) consideradas como intermediárias entre mortais e imortais.

Notas e referências

Notas

  1. Óxilo filho de Óreas pode ser traduzido como Aquele da floresta, filho da montanha

Referências

  1. Pherenikos, poeta épico herakleto, citado por Ateneu, O banquete dos eruditos, 1.78a