Portal:Grécia Antiga

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Grécia Antiga é o termo geralmente usado para descrever o mundo antigo grego e áreas próximas (tais como Chipre, Anatólia, sul da Itália, da França e costa do mar Egeu, além de assentamentos gregos no litoral de outros países, como o Egito). Tradicionalmente, a Grécia Antiga abrange desde 1 100 a.C. (período posterior à invasão dórica) até à dominação romana em 146 a.C., contudo deve-se lembrar que a história da Grécia inicia-se desde o período paleolítico, perpassando a Idade do Bronze com as civilizações Cicládica (3000-2 000 a.C.), minoica (3000-1 400 a.C.) e micênica (1600-1 200 a.C.); alguns autores utilizam de outro período, o período pré-homérico (2000-1 200 a.C.), para incorporar mais um trecho histórico a Grécia Antiga.

Os antigos gregos autodenominavam-se helenos, e a seu país chamavam Hélade, nunca tendo chamado a si mesmos de gregos nem à sua civilização Grécia, pois ambas essas palavras são latinas, tendo sido-lhes atribuídas pelos romanos. O país homônimo hoje existente (ver República Helênica) descende desta, embora, como já dito acima, o termo Grécia Antiga abrange demais locais.

A cultura grega clássica, especialmente a filosofia, teve uma influência poderosa sobre o Império Romano, que espalhou a sua versão dessa cultura para muitas partes da região do Mediterrâneo e da Europa, razão pela qual a Grécia Clássica é geralmente considerada a cultura seminal da cultura ocidental moderna.


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The Southern Peloponessus

A Guerra contra Nábis, conhecida também como Guerra Lacônica, de 195 a.C., foi travada entre as forças da cidade-estado de Esparta e as de uma coalizão composta pela República Romana, o Reino de Pérgamo, a Peraia Rodense e o Reino da Macedônia.

Durante a Segunda Guerra Macedônica (200-196 a.C.), a Macedônia cedeu a Esparta o controle sobre Argos, uma importante cidade na costa egeia do Peloponeso. A continuação da ocupação espartana depois do fim da guerra foi utilizada como pretexto por Roma e seus aliados para declarar guerra. A coalização anti-espartana cercou Argos, capturou a base naval de Gítio e marchou contra a própria Esparta. No final do conflito, as negociações levaram a uma paz nos termos impostos pelos romanos, sob os quais Argos e as cidades costeiras da Lacônia foram separadas de Esparta e os espartanos foram obrigados a pagara uma indenização de guerra aos romanos pelos oito anos seguintes. Argos se juntou à Liga Aqueia, sob cuja proteção foram colocadas as cidades lacônicas.

Como resultado da guerra, Esparta perdeu sua posição como uma potência relevante na Grécia e as tentativas subsequentes dos espartanos de recuperação fracassaram até que Nábis, o último monarca espartano, acabou sendo assassinado. Logo depois, Esparta foi forçada a se juntar à Liga Aqueia, sua antiga rival, encerrando séculos de independência política.


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