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Escavação de cemitério da Cúria Metropolitana de Porto Alegre-RS
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Arqueologia (cuja origem etimológica vem de arqueo, antigo e lógos, estudo) é uma ciência social que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as atualmente extintas, através de seus restos materiais, sejam estes objectos móveis (como por exemplo objecto de arte, como as vénus) ou objectos imóveis (como é o caso de estruturas arquitectónicas). Também se incluem as intervenções no meio ambiente efetuadas pelo homem.

A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram a sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o "estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida". Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como "a reconstrução da vida dos povos antigos".

Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr-lhe uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objecto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.


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Ruínas do zigurate de Dur-Kurigalzu (atualmente o sítio de Aqar Quf, após o restauro da base
A dinastia cassita, também conhecida como terceira dinastia da Babilónia, foi uma linhagem de reis de origem cassita que reinaram a partir da cidade de Babilónia na última metade do 2.º milénio a.C. e que pertenciam à mesma família que dirigiu o reino da Babilónia entre 1 595 e 1 155 a.C., a seguir à primeira dinastia da Babilónia (Império Paleobabilónico; 1 894–1 595 a.C.). Foi a mais longa dinastia conhecida desse estado, que governou durante todo o período conhecido como "médio-babilónico" (1 595–1 000 a.C.).

Os cassitas eram um povo exterior à Mesopotâmia, cujas origens são desconhecidas, embora muitos autores teorizem que tenham sido originários dos montes Zagros. Os seus reis levaram mais de um século a consolidar o seu poder na Babilónia, em condições que permanecem obscuras. Não obstante a sua origem externa, os reis cassitas não mudaram as tradições ancestrais da Babilónia e, pelo contrário, puseram ordem no país após as turbulências que marcaram o fim da primeira dinastia. Não tendo sido grandes conquistadores, empreenderam numerosos trabalhos de construção, nomeadamente nos grandes templos, contribuíram para a expansão dos terrenos agrícolas e sob os seus auspícios a cultura babilónica floresceu e expandiu-se por todo o Médio Oriente. O período cassita continua a ser muito mal conhecido, devido à escassez de fontes com ele relacionadas, das quais poucas se encontram publicadas. Os aspetos económicos e sociais, em particular, estão muito mal documentados, à exceção do que se relaciona com as doações reais atestadas pelas estelas de doações caraterísticas do período, os cudurrus.

Durante a vigência da dinastia, o poder de Babilónia estabeleceu-se de forma definitiva sobre todos os antigos estados da Suméria e da Acádia, formando-se o país denominado "Karduniash". A partir dos cassitas, quem quer que quisesse dominar a Mesopotâmia tinha que reinar em Babilónia. Esta estabilidade é notável pois trata-se da única dinastia babilónica cujo poderio não derivou da herança de um ou dois reinados fundadores brilhantes seguidos de um declínio progressivo.


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Províncias romanas na véspera do assassinato de Júlio César, 44 a.C.
República Romana (em latim: Res Pvblica Romana) foi um período da antiga civilização romana onde o governo operou como uma república. Começou com a queda da monarquia, tradicionalmente datada cerca de 509 a.C., e sua substituição pelo governo chefiado por dois cônsules, eleitos anualmente pelos cidadãos e aconselhados pelo senado. Uma complexa constituição gradualmente foi desenvolvida, centrada nos princípios de uma separação dos poderes e de freios e contrapesos. Exceto em tempos de terrível emergência nacional, ofícios públicos foram limitados por um ano, de modo que, em teoria ao menos, nenhum indivíduo exercesse poder absoluto sobre seus concidadãos.

A sociedade foi hierárquica. A evolução da constituição da República Romana foi pesadamente influenciada pela luta entre os patrícios, aristocratas proprietários de terra, que traçaram sua ancestralidade no início da história do Reino de Roma, e os plebeus, os cidadãos muito mais numerosos. Com o tempo, as leis que deram aos patrícios direitos exclusivos de acesso aos mais altos ofícios foram revogadas e enfraquecidas, e as principais famílias plebeias tornaram-se membros plenos da aristocracia. Os líderes da república desenvolveram uma forte tradição e moralidade que exigia serviço público e patrocínio na paz e na guerra, tornando os sucessos políticos e militares indissociáveis.


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As Montanhas Flamejantes, próximo às ruínas de Gaochang.
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Créditos: Trabalho próprio de usuário da Wikipédia User:Kpisimon

Um vaso encontrado em 1997 na antiga cidade Hitita de Hüseyindede, ele possuí motivos da arte figurativa Taurocatapsia.



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