Arqueologia (cuja origem etimológica vem de arqueo, antigo e lógos, estudo) é uma ciência social que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as atualmente extintas, através de seus restos materiais, sejam estes objectos móveis (como por exemplo objecto de arte, como as vénus) ou objectos imóveis (como é o caso de estruturas arquitectónicas). Também se incluem as intervenções no meio ambiente efetuadas pelo homem.
A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram a sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o "estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida". Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como "a reconstrução da vida dos povos antigos".
Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr-lhe uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objecto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.
Atena Promacos ou Atena Prômacos (em grego: Ἀθηνᾶ Πρόμαχος; romaniz.: Athena Prómachos) foi uma colossal estátua de bronze representando a deusa Atena, criada por Fídias em meados do século V a.C. e instalada na Acrópole de Atenas, na Grécia Antiga. Na Antiguidade foi frequentemente chamada de Atena de Bronze, para distingui-la de outra estátua de porte similar criada pelo mesmo artista e também presente na Acrópole, a Atena Partenos, revestida de ouro e marfim e apelidada de Atena de Ouro. Ao que parece nunca teve um nome oficial.
A Promacos foi muito admirada em seu tempo e gerou folclore, mas perdeu-se em data e de forma ignoradas. Dela só restam hoje registros literários e reproduções em moedas e outras fontes, que são de baixa qualidade e cuja fidelidade ao original é muito incerta, havendo, de fato, testemunhos discordantes sobre sua forma, estilo e aparência geral. A obra parece ter gerado prolífica iconografia, mas como seu aspecto verdadeiro é desconhecido, é difícil estudá-la, e os indícios sugerem que sua imagem se fundiu a outras tradições iconográficas referentes a Atena, complicando sua identificação.
Agradecemos o seu interesse por ampliar e melhorar os artigos relacionados com Arqueologia na Wikipédia! Abaixo algumas coisas que esperam a sua colaboração.
O castelo de Haapsalu, também conhecido como castelo episcopal de Haapsalu (em estônico: Haapsalu piiskopilinnus), é um castelo com catedral situado em Haapsalu, oeste da Estônia. Foi fundado no século XIII para ser a sede do Bispado de Ösel-Wiek.
Segundo uma lenda local, nas noites de lua cheia de agosto, a imagem de uma donzela, conhecida como a "Dama de Branco" (em estônico: Valge Daam e em inglês: White Lady), é vista dentro da capela.
As Montanhas Flamejantes, próximo às ruínas de Gaochang.
...que o pinax, um antigo tablete votivo grego, deu a várias línguas europeias modernas a frase "museu de arte", como exemplificado pela Antiga Pinacoteca (Alte Pinakothek) de Munique?