Humberto Pio

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Humberto Pio
Humberto Pio
Nome completo Humberto Pio Guimarães
Nascimento 12 de dezembro de 1972
Mantena, MG
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Arquiteto, poeta e professor
Prêmios Prêmio Maraã de Poesia, Editora Reformatório, 2018

V Prêmio Jovens Arquitetos - menção honrosa obra executada: casinha do vigia, Instituto de Arquitetos do Brasil e Museu da Casa Brasileira, 2001

IV Bienal Internacional de São Paulo - exposição geral dos arquitetos - prêmio obra construída: exposição Flávio Império em Cena - colaborador de André Vainer e Guilherme Paliello Arquitetos, Fundação Bienal de São Paulo, 1999

Magnum opus Coágulo

Humberto Pio (Mantena, 1972) é um arquiteto, poeta e professor brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido em Mantena, foi criado em Mococa, onde viveu até até 1992, quando se transferiu para São Paulo e se graduou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Concluiu mestrado em História da Arquitetura e do Urbanismo na Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, com dissertação sobre Rodrigo Lefèvre[1]. Em 2007 inaugurou o Estúdio Risco, formado por artistas de trajetórias variadas e interesses múltiplos, que presta serviços de arquitetura, cenografia, expografia, desenho gráfico, desenho de objeto e videografia [2]. Curador de arquitetura e ensino do website Flávio Império, projeto apoiado pelo Instituto Itaú Cultural, no ar desde 2015.[3]. Desde 2020 é professor de arquitetura efêmera no curso de pós-graduação em Design de Interiores Contemporâneo do Istituto Europeo di Design, em São Paulo.

Obras[editar | editar código-fonte]

Em 2019, publicou seu primeiro livro de poemas, Coágulo, pela Editora Reformatório, ganhador do Prêmio Maraã de Poesia 2018 [4].

Tem poemas publicados em diversas revistas literárias, tais como Ruído Manifesto, Torquato, Aboio, Arribação, Toró e Literatura e Fechadura; e nas coletâneas Transitivos (Editora OFF Produções Culturais, 2011) - que teve apoio do Programa de Ação Cultural do Governo do estado de São Paulo, Antologia Ruínas (Editora Patuá, 2020) e Longe de Monte Carlo (Edição do autor, 2020).

Publicou em parceria com Juliana Amaral e Marcelo Dacosta o livro Samba mínimo, extra luxo super (Edição do autor, 2012), que documenta a turnê de quatro anos do espetáculo musical “Samba mínimo”.

Como diretor artístico e cenógrafo atuou nos espetáculos: Cinco sentidos, o enredo do samba paulistano (2007); Juliana Samba – Juliana Amaral (2007-9); Di Freitas (2008); Samba mínimo – Juliana Amaral (2008-11); Verônica Ferriani (2009); Instalação: Páginas AmarelasTom Zé (2011-2); SM, XLS – Juliana Amaral (2012-7); Cordal – João Paulo Amaral e Almir Cortes (2014); Açoite – Juliana Amaral (2016-9); Encontro das águas – Orquestra Filarmônica de Violas (2017).

Assina, com Juliana Amaral, a direção artística do CD SM, XLS (2012, Selo Sesc) e do CD Açoite (2016, Selo Circus). Em ambos, tem poemas seus musicados e gravados pela artista: “Mínima” (SM, XLS) e “Desvão” (Açoite) [5].

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Humberto Pio Guimarães | Escavador». Escavador. Consultado em 11 de fevereiro de 2021 
  2. «Tudo em um | Folha de São Paulo». Mercado Aberto. Consultado em 11 de fevereiro de 2021 
  3. «Flávio Império | Sociedade Cultural Flávio Império». Flávio Império. Consultado em 11 de fevereiro de 2021 
  4. «Vencedor da Edição 2018: Humberto Pio | Prêmio Maraã de Poesia». Consultado em 11 de fevereiro de 2021 
  5. «Humberto Pio | Discos do Brasil». HumbertoPio. Consultado em 12 de fevereiro de 2021