Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
Vista interna do edifício sede da FAUUSP em São Paulo.
FAU-USP
Fundação 1948
Mantenedora Estado de São Paulo
Localização Cidade UniversitáriaSão Paulo, São Paulo, Brasil
Diretor(a) Maria Angela Faggin Pereira Leite
Vice-diretor(a) Ricardo Marques de Azevedo
Mascote Morcego
Página oficial http://www.fau.usp.br/a-fau/

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU ou FAUUSP) é responsável pelo ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão de serviços à sociedade nas áreas de Design, Arquitetura e Urbanismo e nos campos de conhecimento que lhes são correlatos, como o Paisagismo.

Um conjunto de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo foram os fundadores em 1948 - entre os quais se destacavam João Batista Vilanova Artigas e Luís Inácio de Anhaia Melo - estando entre as principais referências no ensino de arquitetura moderna no Brasil, logo tornou-se também uma das principais escolas do gênero no país e na América Latina. Em Vila Penteado ficava o seu primeiro prédio; o prédio tal como o conhecemos hoje começou a ser construído em 1966 na Cidade Universitária da Universidade de São Paulo a partir de um projeto cuja autoria pertencia a João Batista Vilanova Artigas com Carlos Cascaldi.[1][2]

A faculdade se tornou uma das principais representantes da arquitetura modernista do país - se destacando nos usos do concreto bruto, do vidro e da simplicidade de suas linhas, características do movimento. Em 1981, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT) tombou o Edifício Vilanova Artigas, nome original do prédio, pela motivação de que ele desempenha o processo de valorização de exemplares da arquitetura contemporânea no quadro da Arquitetura Brasileira e na produção da Arquitetura Paulista Contemporânea.[3]

Diversas figuras públicas brasileiras passaram pela FAU, tal como um dos mais importantes cineastas do cinema brasileiro contemporâneo, o excelentíssimo Fernando Meirelles; outra personalidade que passou pela FAU foi um dos ícones da Música Popular Brasileira, Chico Buarque, um dos membros da família da genética de ouro, a família Buarque.[1][4]

Histórico[editar | editar código-fonte]

A FAU foi fundada em 1948, surgindo a partir do curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.[2] Seu fundador e primeiro diretor foi o Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello. Ele também foi responsável por direcionar o curso em um rumo urbanístico. A grade original da FAU combinava as antigas disciplinas técnicas, provenientes do curso da POLI, com a grade artística de outra instituição de ensino proeminente na época, a Escola Nacional de Belas Artes.

O currículo originalmente era muito assimétrico, pois as disciplinas técnicas eram ministradas, tradicionalmente, por engenheiros e as disciplinas artísticas eram ministradas, tradicionalmente, por artistas plásticos. Por ser um curso relativamente novo na época - arquitetos já existiam desde a Grécia Antiga; no entanto, não eram formados, especificamente, em Arquitetura - , não havia muitos profissionais com uma formação "arquitetônica total" para ministrar o curso; o que levou, por vezes a visões muito distantes[1] dentro do corpo docente de quais seriam as competências de um arquiteto.[2] Essa crise institucional só viria a ter um desfecho com a reforma curricular de 1962, protagonizada por João Batista Vilanova Artigas, Carlos Milan e Lourival Gomes Machado - dentre outros membros do corpo docente. A partir de então, a FAU seguiria uma filosofia pedagógica do "arquiteto total".[2][1]

Inicialmente, a FAU era instalada na Vila Penteado em um edifício projetado por Karl Ekman no início do século XX para servir de residência à família de Armando Álvares Penteado[1]. A FAU se localizava na Rua Maranhão, no bairro Higienópolis, em um casarão que seguia a tendência da época em que foi projetado por Ekman, seguindo, pois, as linhas gerais do art nouveau.[1][2]

Edifício-sede da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

A faculdade passou por uma extensa reforma curricular na década de 1960, o que acabou levando à expansão de suas atividades e a uma inevitável necessidade de maiores espaços. Portanto, o projeto de expansão da FAU, que a transformaria no que ela viria a se tornar o que é hoje o edifício Vilanova Artigas (FAU-USP), foi proposto em 1961 e teve sua finalização em 1969 pela assinatura do arquiteto João Baptista Vilanova Artigas com auxílio de Carlos Cascaldi - arquiteto que participou de diversas outras obras de Artigas na época, abrigando a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo na Cidade Universitária. Na época, os examinadores questionaram a validade do projeto e sugeriram algumas mudanças devido ao custo alto do preço da obra. As mudanças propostas (questões de ventilação e iluminação, por exemplo), foram encaminhadas aos autores da obra e, depois de revisado, o então diretor da FAU, Pedro Cruz, defendeu a aprovação do projeto inicial e a urgência do início das obras, mesmo que com o custo alto de Cr$ 1.519.146.906,00 segundo a notícia no 7444 do setor de Difusão Cultural da Reitoria da USP, alegando que o prédio seria funcional e representaria um momento histórico da arquitetura brasileira[3].

Artigas já era professor da FAU antes de dar início ao projeto - e continuou a sê-lo muito tempo após a conclusão da FAU na Cidade Universitária.[5] A construção da FAU na Cidade Universitária evidencia as características gerais do arquiteto, ademais de evidenciar sua concepções acerca da formação de um arquiteto - "o arquiteto total", como ele se referia a essa formação. O edifício pode ser caracterizado pelo uso do concreto bruto, do vidro[1], da simplicidade de suas linhas; além disso, o prédio evidencia um foco na integração dos espaços - permitindo caracterizar, pois, o edifício como econômico, funcional e plasticamente original. Olhando-se de fora, a FAU se assemelha a um imenso paralelepípedo de concreto, suportado por pilares no formato de trapézios.[1][2][5]

A ideia central do prédio consiste de uma continuidade espacial. Os andares da faculdade são ligados por rampas de alturas oscilantes, transmitindo uma sensação de plano único[5]. Todos os ambientes do edifício encontram-se fisicamente conectados; além disso, há uma utilização de grandes espaços abertos. Esses dois pontos foram utilizados, como dito anteriormente, para explicitar a visão que Artigas tem da formação de um arquiteto, ou seja, enfatizando a necessidade de convivência e o ideal de um estilo de vida comunitário.[6] Uma das ideias pretendidas pelo projeto de Artigas era a equalização de todos que adentrassem tal estrutura, levando a uma democratização dos indivíduos que convivessem no prédio.[2] Além disso, Artigas também tinha em mente a construção de um prédio que se assemelhasse a um templo ecumênico, enfatizando o seu desejo de que a FAU fosse um ambiente que desse espaço a todos os credos e demais aspirações intelectuais.[1][2][5][6]

Na concepção dos espaços comunitários da FAU, Artigas pretendia algo similar ao que acontecia nas ágoras das polis gregas, ou seja, um ambiente que estimulasse os debates para se chegar a resolução de conflitos através do diálogo[2]. O desejo do professor era de que o espaço servisse para discussões entre alunos, professores e demais funcionários acerca das questões pedagógicas [6]- evidenciando, pois, a maneira como Artigas enxergava a formação de arquitetos pela FAU, imersos desde sua vida acadêmica na política para que, como futuros profissionais, pudessem exercer sua profissão mais conscientemente.[1][2][5][6]

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo USP

A FAU acabou se tornando uma das obras mais importantes da carreira de Artigas - quem se tornou, posteriormente, uma das figuras mais importantes da arquitetura em São Paulo na década seguinte.[1] Ele era engajado politicamente e um militante de esquerda, o que, para alguns, refletiu certas características em seu estilo arquitetônico. Artigas tem uma grande influência de Frank Lloyd Wright e Le Corbusier.[1][2][5]

A agitação estudantil da região em que a escola estava - próxima a uma série de instituições de ensino superior (em especial, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, relativo à Batalha da Rua Maria Antônia )[5] - levou o governo ditatorial da época a apressar as obras na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira.

Seu atual edifício-sede, projetado pelo Professor Vilanova Artigas, está localizado na Cidade Universitária e foi entregue em 1969. [1]É considerado um dos principais representantes do modernismo arquitetônico no Brasil e reflete as influências brutalistas de seu autor e é a fiel representação de seu pensamento espacial.[6]

O edifício tem suas áreas funcionais construídas em torno de um grande espaço livre (o "Salão Caramelo", sede de eventos cívico-culturais). O projeto recebeu grandes homenagens e reconhecimento da sociedade brasileira,[2] como o tombamento do prédio em 1982 pelo CONDEPHAAT e pelo COMPRESP. Além disso, ganhou o Prêmio Jean Tshumi da União Internacional dos Arquitetos (UIA), em 1985, por sua contribuição ao desenvolvimento tecnológico da arquitetura.

Biblioteca da FAU USP

Com o crescimento dos trabalhos acadêmicos e ingresso mais efetivo de alunos, foi necessário ampliar os espaços de apoio didático. Para isso, foi construído o edifício conhecido como "Anexo", projeto do Arquiteto e Professor Gian Carlo Gasperini, vencedor de um concurso interno promovido pela FAU.[5] O prédio abriga a oficina de modelos (LAME), o laboratório de fotografia e o laboratório de programação gráfica, além de se articular externamente com o canteiro experimental de construção, feito sob cobertura tensa projetada pelo Arquiteto e Professor Reginaldo Ronconi. Completando o patrimônio construído da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - USP, integra-se a tal o atelier de escultura Caetano Fracarolli, próximo da Prefeitura do Campus da Cidade Universitária.[1]

Localizada no edifício "Vilanova Artigas"[7], a Biblioteca da Faculdade é considerada uma das maiores do país, quando se trata de Arquitetura, Urbanismo e Artes Visuais. Nela, se encontram pesquisas acadêmicas a partir de levantamentos bibliográficos, além de outras obras[7]. Seu acervo abriga milhares de obras, entre elas cerca de 1200 teses e dissertações defendidas e mais de 5000 registros da produção docente da Faculdade. Também abriga originais de projetos e livros raros, doados por arquitetos brasileiros e suas famílias, fazendo da Biblioteca o mais importante centro de documentação da arquitetura brasileira no mundo. Desde 1950, a Biblioteca elabora e publica o Índice da Arquitetura Brasileira que, assim como todo o acervo da Biblioteca, apoia pesquisas tanto da própria faculdade quanto de outras, fora da USP.[8]

Perfil de Ensino[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua trajetória, a FAU assumiu uma posição de defesa de um ensino de "arquitetura total", cujo resultado seria um profissional apto a responder por todos os campos da arte, construção, design, política e história. A ênfase que se dava à Programação Visual, Sociologia e ao Desenho Industrial são referências nítidas deste pensamento.[9]

Alguns dos principais nomes da Arquitectura, do Urbanismo, do Design, e das Artes brasileiras estudaram ou lecionaram na FAU.[9]

Durante o início da década de 2000, ocorreram discussões internas na faculdade que levaram à criação de um curso de Bacharelado em Design, cuja implantação se deu em 2006.[9] O curso de graduação em Design criado visa não focar em habilitações específicas em Desenho Industrial ou Programação Visual, seguindo o caminho de uma formação abrangente.[9]

O ensino de pós-graduação foi formalmente instituído na FAU em 1972. De início restrito ao Mestrado, o curso evoluiu para o oferecimento de Doutorado, vindo a constituir-se no maior programa de pós-graduação da área no país. [9]

De acordo com seu mentor inicial, Vilanova Artigas (formado na Escola Politécnica da USP), a FAU não visa formar somente arquitetos, mas sim dar ao discente uma noção aplicada de sociedade, em outras palavras conhecer o funcionamento do mundo, para que, não importando em qual entidade ou profissão o formado da FAUUSP estiver, possa influenciar positivamente, conhecendo a realidade e contribuindo para a melhoria da mesma.[9]

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo decidiu em 2016, em votação realizada pela Congregação da faculdade, aderir ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e suspender temporáriamente para o processo seletivo 2017, a prova de habilidades específicas exigida para ingresso em seus cursos, ou seja, um vestibular próprio.

No Sisu, serão oferecidas 30% das 190 vagas disponíveis nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design. Todas são exclusivas para candidatos egressos de escola pública, das quais 15% reservadas para estudantes pretos, pardos e indígenas, segundo definição pelo IBGE. [9]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A FAU está dividida em três departamentos, cada um deles responsável por uma parte da grade curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo.

  • Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto (AUH)
  • Departamento de Projeto (AUP)
  • Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT)

Desta forma, a divisão administrativa da faculdade corresponde à forma como o curso foi pensado. Esta configuração remete à reforma curricular realizada na década de 1960 e conduzida pelo professor Vilanova Artigas. Atualmente, há críticas quanto à eficácia da manutenção desta divisão e da necessidade de estabelecer instâncias interdepartamentais.

Uma das diferenças encontradas já na estrutura é o modo de aprendizagem dos alunos presente, onde logo no projeto do prédio da FAU é a cobertura única e translúcida, com grelha estrutural envolta pela curva cega de concreto, que transforma o edifício numa metáfora de praça coberta, neste instante o espaço urbano e político, assim como as oposições entre aberto e fechado, leve e pesado.[10]

Com essa forma de pensar o prédio da escola, o processo de aprendizagem, não se dá exclusivamente na sala de aula mas também nas conversas com os colegas e os mestres, os espaços da escola são quase como os espaços das praças, ruas e calçadas da cidade.[10]

Símbolos da FAU[editar | editar código-fonte]

Identidade Visual[editar | editar código-fonte]

Os próprios alunos da FAU promoveram um concurso a fim de decidir qual seria o símbolo da Faculdade, o vencedor foi Ludovico Antônio Martino com o famoso sol, que sintetiza secção da coluna dórica (arquitetura) e o sol (urbanismo). Na época, aprovado pelo diretor Lourival Gomes Machado, João Baptista Vilanova Artiga gravou o símbolo no concreto do prédio. [11]

Mascote[editar | editar código-fonte]

Devido a arquitetura semelhante à de uma caverna e ao fato de salas e laboratórios serem invadidos com alguma frequência por morcegos, o animal virou símbolo da FAU. Dessa forma, há cerca de dez anos o Mascote da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo é um morcego, o chamado "Bat".[12]

Vestibular[editar | editar código-fonte]

No ano de 2016, mudanças no tradicional vestibular para ingressar na instituição causaram agitação entre estudantes e vestibulandos. Além da adesão da faculdade ao Sistema de Seleção Unificada (SISU), a prova de habilidades específicas também foi temporariamente suspensa (em relação ao vestibular de 2017).[13] Estudantes de Arquitetura e Design pediam pelo fim da prova de habilidade em suas greves e paralisações gerais, por considerarem as mesmas "elitistas" e dificultadoras para o ingresso de pessoas que não tinham condições de pagar um cursinho com foco em desenho arquitetônico. A prova específica era realizada em dois dias e consistia em desenho bidimensional, desenho tridimensional e geometria.[14]

Há também os alunos e professores que defendem a permanência da prova, argumentando que a mesma é importante pois serve para selecionar alunos com vocação para o design e arquitetura.[13][14]

Núcleo de Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

O Núcleo de Quadrinhos da FAU foi criado em 1998 por alunos de arquitetura da Faculdade , a Cogumelo ou Cogu, como é carinhosamente chamada, é um núcleo que reunia originalmente interessados em histórias em quadrinhos[15].

O núcleo já publicou nove revistas e alguns fanzines, e colaborou diversas vezes com ilustrações para o Jornal do Campus e para seu suplemento, o Claro!.

A décima edição da Revista Cogumelo foi lançada em outubro de 2009, na Festival Internacional de Quadrinhos.[15]

Ex-Alunos Notáveis[editar | editar código-fonte]

Além de diversos arquitetos de renome que estudaram na FAU e fizeram parte de seu corpo docente, muitas outras pessoas que viriam ser figuras públicas se formaram pela FAU[16]. Dentre eles, estão:

  • Chico Buarque - o músico é um ícone da MPB, que construiu sua relevância durante a Ditadura Militar, escrevendo letras enigmáticas de oposição à ditadura. Ele passou pela FAU entre 1963 e 1965, quando largou a faculdade para se dedicar integralmente à música.[17]
  • Fernando Meirelles - um dos principais cineastas brasileiros contemporâneos, tendo sido um dos poucos brasileiros a terem sido indicados a prêmios importantes - tais como o Globo de ouro, o Oscar e o BAFTA. Sua filmografia conta com nomes de peso, tais como Cidade de Deus (2002), O Jardineiro Fiel (2005) e Ensaio Sobre a Cegueira (2008). Como aluno de arquitetura, porém, ele foi aprovado com as notas mínimas, sendo que o seu trabalho de conclusão de curso já demonstrava seu futuro - ao invés de um projeto, ele fez um filme. Ele se formou pela FAU na década de 80.[17]
  • Carlos Moreno - o garoto-propaganda da Bombril não só se formou pela FAU como fez uma pós-graduação no exterior.[17]
  • Arrigo Barnabé - o músico e ator passou pela FAU entre 1971 e 1973.[17]
  • Guilherme Arantes - o músico e compositor foi outro a abandonar a FAU para se dedicar à música.[17]
  • Chico Caruso - o ilustrador, chargista e caricaturista se formou pela FAU.[17]
  • Milton Hatoum - um dos escritores brasileiros mais relevantes também teve a sua passagem pela FAU. A arquitetura esteve presente em sua obra - mais notavelmente em Cinzas do Norte, no qual retrata, dentre outros temas, as habitações precárias da Amazônia.[17]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n «Clássicos da Arquitetura: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) / João Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi». ArchDaily Brasil. 7 de dezembro de 2011 
  2. a b c d e f g h i j k l «A FAUUSP - FAU - USP». FAU - USP 
  3. a b User, Super. «Ficha de Identificação». www.arquicultura.fau.usp.br. Consultado em 1 de maio de 2017 
  4. «Personalidades que estudaram na USP | USP - Universidade de São Paulo». www5.usp.br. Consultado em 22 de abril de 2017 
  5. a b c d e f g h «arquitextos 191.01 crítica: Vilanova Artigas e o edifício da FAU USP | vitruvius». www.vitruvius.com.br (em inglês). Consultado em 23 de abril de 2017 
  6. a b c d e «Prédio da FAU-USP traduz aspirações por mudança da época - Educação - Estadão». Estadão 
  7. a b http://www.fau.usp.br/secoes-tecnicas-de-apoio/biblioteca/
  8. http://fau.usp.br/fau/index.html
  9. a b c d e f g «FAU-USP adere ao Sisu e suspende prova de habilidade específica para 2017 | Guia do Estudante». Guia do Estudante. 30 de junho de 2016 
  10. a b «Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP». Arquitetura e Urbanismo para Todos. 19 de abril de 2014 
  11. http://www.fau.usp.br/comunicacao/identidade-visual/
  12. http://revistabeat.com.br/2014/11/a-historia-por-tras-da-historia-mascotes-da-usp/
  13. a b «Prova de habilidades específicas da FAU gera discussão – Jornal do Campus». www.jornaldocampus.usp.br. Consultado em 26 de abril de 2017 
  14. a b «FAU-USP adere ao Sisu e suspende prova de habilidade específica para 2017 | Guia do Estudante». Guia do Estudante. 30 de junho de 2016 
  15. a b Sidney Gusman. «Cogumelo #4». Universo HQ 
  16. «Clássicos da Arquitetura: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) / João Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi». ArchDaily Brasil. 7 de dezembro de 2011 
  17. a b c d e f g «Doze personalidades brasileiras que deixaram a arquitetura para trilhar outros caminhos». ArchDaily Brasil. 27 de abril de 2015 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • vários autores; Cadernos dos Riscos Originais do Edifício da FAUUSP; São Paulo: FUPAM/FAU, 1998.
  • vários autores; Anistia na FAUUSP - A Reintegração dos Professores Cassados pelo AI5; São Paulo: FUPAM/FAU, 1998.
  • BATTAGLIA, Antônio Domingos (org.); Canteiro Experimental da FAUUSP; São Paulo: FUPAM/FAU, 1998

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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