Jóhannes Sveinsson Kjarval

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Jóhannes Sveinsson Kjarval
Nascimento 15 de outubro de 1885
Islândia
Morte 13 de abril de 1972 (86 anos)
Reykjavík
Sepultamento Reykjavík
Cidadania Islândia
Alma mater Real Academia de Belas Artes da Dinamarca
Ocupação pintor, poeta
Prêmios Medalha Príncipe Eugênio

Jóhannes Sveinsson Kjarval (15 de outubro de 1885 - 13 de abril de 1972) foi um pintor islandês[1].

Nasceu pobre e foi adotado. Quando adolescente foi trabalhar como pescador. No entanto, em seu tempo livre, ele gastava o tempo desenhando e pintando, tendo aprendido o básico com o artista Ásgrímur Jónsson. Aos 27 anos, com o suporte financeiro dos pescadores e da Confederação Islandesa do Trabalho, ele fez o teste para admissão e ingressou na Academia de Artes Reais Dinamarquesa para a educação superior em artes, onde completou seus estudos. Em Copenhague, familiarizou-se com diversos estilos, tais como impressionismo, expressionismo e cubismo. Também conseguiu concluir o curso de arquitetura. Depois, realizou curtas viagens à França e Itália[2].

Estilo[editar | editar código-fonte]

Kjarval foi um pintor bastante ativo, tendo feito milhares de desenhos e pinturas. As pinturas costumavam ser heterogêneas, misturando vários estilos diferentes com seu estilo próprio. Muitos dos seus trabalhos costumavam apresentar "o absurdo" e elementos simbolistas. Traziam elementos mitológicos e elfos, por exemplo, numa simples paisagem. Entretanto, a obra de Kjarval não é considerada surrealista. Suas obras costumavam apresentar também paisagens do seu país natal, a Islândia, e formações de lava. Muitas de suas pinturas de paisagens costumavam trazer elementos cubistas e abstratos, com foco nas pequenas variações do solo, e menos importância às paisagens de montanhas, por exemplo. Tempos depois, também pintaria desenhos completamente abstratos.

Devido à sua heterogeneidade de estilos, é um erro classificá-lo como um pintor de paisagens. Seu trabalho incluiu elementos impressionistas, cubistas, abstratos, paisagens e retratos. Seu estilo diverso era tão original como o homem que Kjarval era. Foi um modernista extremamente original do seu tempo, e permanece como um artista de estilo extremamente único não apenas na Islândia, como no mundo inteiro.[2] Foi premiado com a Medalha Príncipe Eugênio, concedido pelo Rei da Suécia, por suas conquistas artísticas.

Legado[editar | editar código-fonte]

- Na capital da Islândia, Reykjavík, um dos três prêdios pertencentes ao Museu de de Arte de Reykjavík é nomeado como "Kjarvalsstaðir", e apresenta trabalhos de Kjarval, assim como exposições temporárias.

- É retratado nas notas de "2000" Coroas Islandesas.

- No álbum de estreia de Björk, chamado "Björk", lançado no ano de 1977, a quarta faixa é denominada "Jóhannes Kjarval", sendo dedicada ao pintor. Ela consiste num instrumental de flauta.

Referências

  1. HALFDANARSON, Gudmundur. Historical Dictionary of Iceland. Scarecrow Press, 2008. P. 124 (em inglês)
  2. a b Kjarval. Nesútgáfan (em inglês)
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