Rijksmuseum

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Rijksmuseum
Rijksmuseum
Tipo museu nacional, museu de arte, Museu histórico
Inauguração 1800 (217 anos)
Visitantes 2 200 000, 2 450 000, 2 345 666, 1 000 000, 2 259 987
Acervo 8 000, 1 200 000
Administração
Presidente(a) Jaap de Hoop Scheffer
Diretor(a) Taco Dibbits
Website oficial
Geografia
Coordenadas 52° 21' 35.89" N 4° 53' 7.19" E
Localidade Rijksmuseum, Trippenhuis, Palácio Real de Amesterdão, Palácio de Huis Ten Bosch
Logradouro Museumstraat 1
Cidade Amesterdão
País Países Baixos
Rijksmuseum
Johannes Vermeer: A leitera (1658-1660)
Frans Hals: Retrato de um jovem casal

O Rijksmuseum (“Museu do Estado”, em holandês) é o museu nacional dos Países Baixos, localizada em Amsterdã na Praça dos Museus. O Rijksmuseum é dedicado à artes e história. Ele tem uma larga coleção de pinturas da idade de ouro neerlandesa e uma substancial coleção de arte asiática.

História[editar | editar código-fonte]

O museu foi fundado em 1800 na cidade da Haia para exibir a coleção do primeiro-ministro. Foi inspirado no exemplo francês. Pelos neerlandeses ficou conhecida como Galeria de Arte. Em 1808 o museu mudou-se para Amesterdã pelas ordens do rei Louis Napoleón, irmão de Napoleão Bonaparte. As pinturas daquela cidade, como A Ronda Nocturna de Rembrandt, tornaram-se parte da coleção.

Em 1885 o museu mudou-se para sua localização atual, construído pelo arquiteto neerlandês Pertus J.H. Cuypers. Ele combinou elementos góticos e renascentistas. O museu tem uma posição proeminente na Praça do Museu, próximo ao Museu van Gogh e ao Museu Stedelijk.

A construção é ricamente decorada com referências da história da arte neerlandesa. A Ronda Nocturna de Rembrandt tem seu próprio corredor no museu desde 1906. Em 2003, o museu é fechado para restaurações, mas as obras-primas são constantemente apresentadas ao público.

Reforma[editar | editar código-fonte]

De 2003 a 2013, o local passa por um programa de reformas assinado pelo escritório espanhol de arquitetura comandado por Antonio Cruz e Antonio Ortiz. As obras consistem em intervenções focadas em espacialidade, restauro e iluminação, que recuperam a coerência do projeto arquitetônico original (alterado ao longo dos anos) e, ao mesmo tempo, permitem que o Rijksmuseum, concebido no Século XIX, se torne um museu do Século XXI.[1]

Entre os destaques da nova infraestrutura estão, por exemplo, seu amplo e iluminado hall de entrada, originado a partir da integração de antigos pátios internos, e a criação de um pavilhão asiático, com objetos e obras de arte da China, Japão, Indonésia, Índia, Vietnã e Tailândia, que datam de 2.000 a.C. a 2000 d.C. 

Na reabertura, além das novas instalações, o Rijksmuseum apresenta também novos contornos curatoriais: 800 anos da história e da arte dos Países Baixos passam a ser apresentados num contexto internacional e numa linha cronológica distribuída por quatro pisos e 80 salas. Ao todo, estão em exposição cerca de 8.000 itens, como pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, prataria, porcelana, móveis, joias, armas, roupas e outros objetos do passado.[2] A superfície total do museu chega a 30.000 metros quadrados.[3]

Entre os destaques do acervo de obras de arte estão A Ronda Noturna, de Rembrandt (1642); A Leiteira, de Johannes Vermeer (1660); e Retrato do casal Isaac Abrahamsz Massa e Beatrix van der Laen, de Frans Hals (1622).[4]

Acervo parcial[editar | editar código-fonte]

Rembrandt van Rijn[editar | editar código-fonte]

Johannes Vermeer[editar | editar código-fonte]

Frans Hals[editar | editar código-fonte]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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