Karl Lachmann

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Karl Lachmann
Nascimento 4 de março de 1793
Brunswick
Morte 13 de março de 1851 (58 anos)
Berlim
Nacionalidade Alemanha Alemão

Karl Konrad Friedrich Wilhelm Lachmann (Brunswick, 4 de março de 1793Berlim, 13 de março de 1851) foi um filólogo e crítico alemão.

Formação[editar | editar código-fonte]

Quando ingressou no exército prussiano em 1815, Lachmann já havia estudado em Leipzig e Göttingen[carece de fontes?].

Trabalho[editar | editar código-fonte]

Em 1825 passou a lecionar filologia em Berlim[carece de fontes?].

Obras[editar | editar código-fonte]

Nos anos de 1816 e 1817, publicou trabalhos sobre os princípios fonéticos e métricos do alto alemão médio, elucidando-os[carece de fontes?][carece de fontes?]. Além disso, lançou as bases da moderna análise crítica de textos[carece de fontes?], da qual é considerado fundador.

Dedicando-se ao estudo dos clássicos[carece de fontes?], publicou Considerações sobre a Ilíada de Homero (1837), afirmando que esta obra compõe-se de dezesseis camadas básicas que, aumentadas ou sintetizadas, alternam-se e interpolam-se. Essa teoria (atualmente abandonada[carece de fontes?]) influenciou durante muito tempo a crítica de Homero.

Além de duas edições críticas do Novo testamento (1831 e 1842/50), Lachmann deixou Catullus, Tibullus (ambos de 1829), Genesius (1834), Terentianus Maurus (1836), Gaius (1841/42), entre outras obras[carece de fontes?]. Em 1829 traduziu Macbeth, de Shakespeare[carece de fontes?]. Lucretius, obra essencial para estudos latinos[carece de fontes?], ocupou seus últimos anos.

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