Maximiliano Sforza
| Maximiliano Sforza | |
|---|---|
Maximilià Sforza, miniatura de Ambrogio de Predis | |
| Nascimento | 25 de janeiro de 1493 Milão |
| Morte | 4 de junho de 1530 Paris |
| Progenitores | |
| Irmão(ã)(s) | Francisco II Sforza, Giovanni Paolo I Sforza |
| Ocupação | aristocrata |
| Título | duque |
Maximiliano Sforza, em italiano Massimiliano Sforza (Milão, 25 de janeiro de 1493 — Paris, 4 de junho de 1530) foi um membro da família italiana Sforza e Duque de Milão entre 1512 a 1515, filho de Ludovico Sforza.
Biografia
[editar | editar código]Quando Maximilian tinha três anos, seu pai tentou arranjar um casamento entre ele e Maria Tudor, a filha mais nova do rei Henrique VII de Inglaterra.[1] No entanto, Henrique VII rejeitou a proposta citando a pouca idade de Maria como problema.[1]
Ele foi instalado como governante de Milão em 1512 após a captura de Milão pela Liga Santa, apoiado por uma milícia suíça liderada por Jakob Meyer zum Hasen.[2] Ele governou de 1512 a 1515, entre as ocupações de Luís XII de França (1500–1512), e Francisco I de França em 1515. Francisco I reivindicou o título de Duque de Milão, pois descendia de Luís I de Orleães e Valentina Visconti que eram seus bisavós. Suas reivindicações eram duplas porque se casou com Cláudia, filha de Luís XII, que também era bisneta de Luís de Orleães e Valentina.[3]
Após a vitória francesa na Batalha de Marignano, a chegada dos venezianos, sob o comando de Bartolomeo d'Alviano, transformou essas batalhas indecisas em uma terrível derrota para Matthew Schiner e suas tropas suíças que perderam 14 000 homens. Os sobreviventes retornaram para casa na Suíça, levando consigo o irmão mais novo do Duque, Francesco II Sforza, que foi residir em Innsbruck sob a guarda do Imperador Maximiliano I.[3]
Os franceses entraram em Milão em 17 de setembro de 1515 e Maximilian se rendeu 17 dias depois, em 4 de outubro. Francisco I entrou em seu novo ducado em 11 de outubro, acompanhado por Carlos III de Saboia e Guilherme IX de Montferrato que lhe haviam jurado lealdade. A capitulação foi completa e Maximilian foi aprisionado pelas tropas francesas que retornavam e exilado para a França com uma anuidade de 35.000 escudos.[4]
Referências
[editar | editar código]- ↑ a b Sadlack 2011, p. 27.
- ↑ Die Malerfamilie Holbein in Basel. Kunstmuseum Basel. 1960. p. 174
- ↑ a b Alexander 1978, p. 97.
- ↑ Jansen 2002, p. 271.
Bibliografia
[editar | editar código]- Alexander, J. J. G. (1978). Italian Renaissance Illuminations. [S.l.]: Chatto & Windus
- Jansen, Sharon L. (2002). The Monstrous Regiment of Women: Female Rulers in Early Modern Europe. [S.l.]: Palgrave Macmillan
- Sadlack, Erin A. (2011). The French Queen's Letters: Mary Tudor Brandon and the Politics of Marriage in Sixteenth-Century Europe. [S.l.]: Palgrave Macmillan
| Precedido por Luís XII de França |
Duque de Milão 1512 - 1515 |
Sucedido por Francisco I de França |