Estado mínimo

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O Estado mínimo é um tipo de estado que procura intervir o mínimo possível principalmente na economia do país, mas também em questões sociais, dando mais poder às autoridades regionais (locais) em detrimento do poder central, embora a definição de o que seria "Estado mínimo" varie de acordo com as diferentes ideologias que o defendem.[1]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A expressão "estado mínimo" tem sua origem no neoliberalismo, corrente surgida nos anos 1970 e 1980 que procura reviver o capitalismo laissez-faire do liberalismo clássico dos séculos XVIII e XIX.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Segundo a doutrina do estado mínimo, a atuação do estado deveria se limitar a algumas poucas funções essenciais à sociedade, como a polícia, por exemplo.

O conceito de "estado mínimo" já era sugerido por Lao-Tsé na China Antiga em seu clássico Tao Te Ching, ao defender que o soberano ideal deveria agir o mínimo possível.[3]

A concepção da expressão "estado mínimo" na década de 1970 foi uma reação à maciça presença dos estados nas economias de todo o mundo durante a maior parte do século XX.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Wolff, Jonathan (1991). Robert Nozick: Property, Justice, and the Minimal State. Cambridge, England: Polity Press.
  2. a b Minto, Lalo Watanabe. «Estado mínimo». Histedbr. Consultado em 1 de maio de 2016 
  3. C., Tsai (1997). Tao em Quadrinhos. [S.l.]: Ediouro. pp. 52, 53, 85, 86 
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