Museu da Gente Sergipana

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Museu da Gente Sergipana
Tipo museu
Geografia
Coordenadas 10° 55′ S 37° 2′ W
Cidade Aracaju
Museu da Gente Sergipana 01.jpg

O Museu da Gente Sergipana é um museu localizado na cidade de Aracaju, Sergipe, inaugurado em 26 de novembro de 2011. Abriga um espaço multimídia de última geração, comparável ao Museu da Língua Portuguesa e o Museu do Futebol, em São Paulo.[1]

História[editar | editar código-fonte]

O prédio foi construído em 1926 que hoje abriga o museu era conhecido na capital sergipana como Atheuzinho. Ele foi restaurado pelo Banco do Estado de Sergipe (Banese), em parceria com o Governo do Estado[2]. O museu ganhou o prêmio O Melhor da Arquitetura em 2012, organizado pela revista Arquitetura & Construção[3] e foi eleito a Atração do Ano pelo Guia Quatro Rodas em 2013[4][5]. A concepção artística do museu foi realizada por Marcello Dantas, conhecido pelo seu trabalho no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.

Atividades[editar | editar código-fonte]

O Museu se apresenta como o “primeiro museu de multimídia interativo do Norte e Nordeste”. Na entrada há uma mapa interativo do Estado de Sergipe, dividido em sub regiões (agreste central, alto e médio sertão e baixo São Francisco) onde é possível ouvir o sotaque dos habitantes de cada região[6][7]. O museu é dividido em áreas temáticas:

  • Nossas feiras: Reprodução de uma feira de rua, onde você pode negociar qualquer produto com um vendedor virtual.
  • Nossos Falares: Representações audiovisuais de palavras e expressões da oralidade da região.
  • Nossos Leitos: Os ecossistemas da região são projetados em 360/ em uma sala, onde os visitantes circulam em carrinhos elétricos em formato de barcos[8].
  • Nossos Pratos: Você pode montar virtualmente os pratos típicos de Sergipe[9][10].
  • Nossas Roças;
  • Nossas Praças;
  • Nossas Histórias;
  • Nossos Cabras: Fotos de personagens importantes da região, como Lampião que faleceu no interior do estado em 1938[11].
  • Nossos Marcos;
  • Nossas Festas: Um jogo de amarelinha interativo, onde um dado eletrônico ativa vídeos com as principais festas folclóricas do estado conforme você joga[12].
  • Nossas Coisinhas;
  • Nossos Trajes: Onde um espelho eletrônico reproduz roupas e fantasias típicas da região no reflexo do visitante[13].

O museu também possui salas especiais para a literatura de cordel, onde telas passam trechos de livros de cordel e o visitante pode declamar os versos, que podem ser gravados e colocados no Youtube, e para o Repente, ode se pode criar seu próprios versos e também gravar e colocar no Youtube[14].

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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