Omni Aviação SGPS

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A Omni Aviação SGPS ou simplesmente OMNI é uma empresa portuguesa de táxi aéreo. Suas atividades abrangem vários mercados, tanto em aviões como em helicópteros, operações regulares e não regulares, manutenção, treino, consultoria e vendas envolvendo vinte e quatro aeronaves, um staff de cento e cinqüenta colaboradores e um volume de negócios anual superior a quinze milhões de Euros. A OMNI já realizou diversas operações em países como o Brasil, Timor-Leste, Moçambique e Iêmen.

A OMNI é atualmente o representante de construtores aeroespaciais como a Bombardier Amphibious Division, Bombardier Flexjet Europe e a New Piper Aircraft. A OMNI opera em vários tipos de operação para terceiros, tanto no setor público como no privado.

Em 2001 a OMNI – Aviação e Tecnologia foi integrada na Holding Sociedade Lusa de Negócios, detentora do Banco Português de Negócios, um grupo econômico de referência em grande crescimento.

Frota[editar | editar código-fonte]

A frota é mantida em operação através da Aeromec, uma subsidiária propriedade da mesma estrutura acionista e licenciada pelo INAC, de acordo com a legislação JAR 145.

O mercado do charter executivo é servido através de uma frota de aeronaves que vão desde o Learjet 31, ao Gulfstream Commander 690B (turbo-hélice) e diversos helicópteros Bell. Um Learjet 60 foi adicionado à frota em Março de 2002.

A OMNI – Aviação e Tecnologia é, igualmente, um Operador Preferencial Flexjet, prestando um serviço de charter, em exclusividade, na Europa, com um Learjet 31A.

História[editar | editar código-fonte]

Fundada em 1988, evoluiu de uma situação de contrato único - cliente (sazonal), para um grupo de cinco empresas e um operador-chave na aviação nacional, abrangendo vários mercados e uma frota relativamente grande. A OMNI conseguiu prestígio por meio de grandes investimentos, possíveis graças às instituições que atuam no setor - como a Flight Safety International e outros centros especializados da Europa e dos Estados Unidos da América.

A OMNI também já foi contratada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que levou à criação de uma subsidiária independente, orientada para o mercado privado: a EMI (Emergência Médica Internacional), em parceria com a MRI (Medical Rescue International), uma subsidiária da SOS International.

Operação no Brasil[editar | editar código-fonte]

A operação no Brasil levou à criação da OMNI – Taxi Aéreo, uma empresa subsidiária da OMNI – Aviação e Tecnologia, dedicada ao mercado do petróleo off-shore, operando seis helicópteros EC-135, quatro AS365 N3, um AS365N, quatro BO 105, quatro Sikorsky S76A, oito Sikorsky S76 C++, dois Sikorsky S61, cinco EC-155 B1, seis AW-139 e um EC-225.

A OMNISERVISAIR, uma joint venture entre a OMNI – Aviação e Tecnologia e a Servisair, é uma empresa de assistência em escala no Aeródromo de Cascais com conceito FBO (Fixed Base Operator). Os seus serviços incluem transporte de passageiros e tripulações, recepção de passageiros VIP, fornecimento de catering, planejamento de vôo, serviço de placa, limpeza e manutenção de aeronaves.

Em 2000 a OMNI – Aviação e Tecnologia, obteve o certificado de Transporte Aéreo Regular (JAR-OPS 1) com o início do serviço aéreo regional de ligação da capital às cidades de Vila Real e Bragança utilizando-se de um avião Beechcraft King Air B200.

Operação em outros países[editar | editar código-fonte]

Em Junho de 2001 um novo projeto foi contratado pela Portugália Airlines para operar regularmente na Península Ibérica dois aviões Beechcraft 1900D ligando Lisboa a Valência, Málaga, Bilbao e Corunha. As duas unidades são operadas através do sistema wet lease (aeronave, tripulação, manutenção e seguro da responsabilidade do operador).

Referências[editar | editar código-fonte]


Ligações externas[editar | editar código-fonte]